|

|
02/09/2009 08:29
Sacanagem no Cinema
Depois de tanto tempo sem atualizar o blog, estou de volta com um conto enviado por uma amiga de Natal/RN
Meu nome é Janaína, mas todos me chamam de Nana, desde criança. Sou loira, tenho 1,68m e 62kg, do tipo safadinha, mas gosto de me fazer de inocente. Tenho uma bundinha avantajada, cintura fina e seios pequenos. Não me considero uma mulher linda, mas sei valorizar o que tenho.
Quando tinha 17 anos, tive um namorado, chamado Carlos, muito taradinho, que tinha fantasias muito parecidas com as minhas.
Sempre soube valorizar meu corpo, sentia que por onde eu passava os homens olhavam, adorava usar roupas mais justas, curtas que destacavam as curvas do meu corpo, usava-as como arma para chamar a atenção. Adorava a sensação de causar nos homens a vontade explícita de me devorar. Sempre que um homem me olhava e falava coisas obscenas minha bucetinha molhava todinha.
Muitas vezes saía de casa determinada a provocar cantadas baixas e obscenas. E ainda fazia cara de quem não tinha gostado. Colocava um shortinho curto, com a polpinha do bumbum aparecendo, uma blusinha com a barriga ou as costas de fora, decote profundo, meus seios eram pequenos, mas eu adorava mostrá-los. Preferia sair a pé e optava por ruas mais movimentadas. Fazia questão de atravessar a rua quando via algum homem, mesmo com namorada do lado. Eram olhares insinuantes e cantadas do tipo: gostosa, delícia, que buceta boa, me dá essa bundinha, ah, seu pudesse comer essa xaninha... e daí pra pior (ou melhor... hahaha).
Bom, estou contando isso pra mostrar o quanto adoro causar vontade nos homens.
Meu namorado sabia como eu era e gostava de mim desse jeito, ele adorava ver que eu chamava a atenção. Quanto mais gostosa eu me vestia mais ele elogiava e queria sair e me exibir na rua.
No início do nosso namoro, fomos pegar um cineminha e como seria um programa no escuro, precisava me vestir de forma mais atraente que de costume. Então coloquei uma mini-saia rodadinha branca, uma blusinha vermelha que na frente parecia um top, em formato de sutiã, cobrindo apenas o que interessava, deixando meus seios mais volumosos e uma abertura na barriga. Atrás a cintura ficava descoberta. Minhas marquinhas de biquíni, do sol que tomei o dia todo, ficavam aparecendo, colaborando com meu plano de chamar a atenção. Usava uma sandália prata de salto fino bem alto, que me obrigava a empinar mais a bundinha pra me equilibrar e manter o andar mais estiloso.
Bom, claro que com essa blusa, não precisava usar sutiã, então aproveitei e não coloquei calcinha também. Aliás, raramente usava calcinha, achava que os shorts ficavam mais gostosinhos quando entravam na bundinha sem marca da calcinha.
Nessa noite estava fazendo muito calor, mas ventava um pouco. Saímos a pé. Lutava sem muita vontade contra o vento na minha saia. Como estava com Carlos ao meu lado, não ouvia cantadas, mas os olhares eram inevitáveis. E parecia que ele estava adorando:
- Viu como você é gostosa? Esses caras não param de olhar pra você. dizia com um olhar orgulhoso pra mim. Devolvi o olhar sem comentar nada, adorando saber que ele gostava também daquilo.
Depois de uma longa caminhada, entre olhares insinuantes e até mesmo algumas cantadas (mais discretas, claro) de alguns homens mais cara-de-pau, chegamos ao cinema. Na fila, os olhares continuavam, inclusive das mulheres. Notei que Carlos gostava, pelo volume que se formava em baixa da sua calça. Aliás, não era só ele que estava se entregando na fila, o carinha atrás da gente na fila estava de pau duro e pelo jeito era grande. A fila era bem grande, tinha muita gente, então os grupos se formavam em um emaranhado de gente, que nem parecia uma fila, apesar de todos saberem a ordem que deveria andar. Isso porque a bilheteria ficava em um saguão pequeno demais pra suportar uma estréia.
Estávamos todos apertados. O carinha atrás da gente parecia estar sozinho, então, de costas pra ele e de frente para meu namorado, em uma conversa animada, fui me chegando mais pra perto do carinha e sem perceber fui me encostando nele. No início ele foi se afastando, mas eu insistia, até que ele desistiu e manteve-se parado. Encostei minha bundinha na coxa dele, dei uma leve empinadinha para que as minhas nádegas fossem levemente separadas pela pequena pressão feita pela sua coxa. Senti sua respiração forte atrás de mim. Virei pra trás e pedi desculpas. Ele, todo vermelho, aceitou.
Acho que meu namorado notou que eu fazia tudo aquilo propositalmente, mas não falava nada, parecia estar gostando. Ele, então me abraçou, colocou as mãos na minha bunda, uma de cada lado e apertou. Vi que ele olhava pro cara por cima do meu ombro, acho que queria provocá-lo. Então ele pegou um pouco mais embaixo, já nas minhas coxas, apertando minha bunda por cima da saia, começou a subir a mão arrastando a saia pra cima. Senti pelo ar frio que entrava por baixo, que a minha bunda tinha uma parte pra fora. Carlos apalpava e olhava pro cara pra ver a reação dele. Toda aquela provocação, aquela exibição do meu corpo, me excitava, eu ficava animada que meu namorado gostava de exibir minhas curvas e sentir que os homens me desejavam.
- Esse cara não tira os olhos da sua bunda. disse ele ironicamente.
- Mas também você está provocando... disse, em um sorriso insinuante, abrindo o jogo Você quer que eu ajude?.
- Quero! disse ele empolgado com a idéia.
Então levantei-me pra beijá-lo, a fim de empinar a bunda.
- Ele está babando em você! disse ele rindo e sussurrando no meu ouvido.
Dei uma risadinha safadinha, mas nossa vez chegou e compramos os ingressos. Nos direcionamos à sala e o carinha vinha logo atrás e esperei ele passar pra ver onde se sentaria. Sentei ao lado dele, em uma das últimas fileiras, ele a minha direita e meu namorado à esquerda. Levantei o braço da poltrona que me separava do meu namorado e a que me separava do estranho ao meu lado, pedindo licença. Ele consentiu, respeitosamente.
O cinema lotou rapidamente. As luzes se apagaram e o filme começou. Minha sainha branca aparecia bem no escuro, aproveitei, então, pra subí-la um pouquinho deixando minhas coxas de fora e um pouco da minha xoxotinha à mostra. O rapaz não assistia ao filme, assistia minha buceta e minhas coxas, assustado com minha atitude a do meu namorado em consentir, mas animado por baixo de sua calça, como denunciava o volume de seu pau.
O filme tinha algumas cenas obscenas que me deixaram mais excitada ainda, acho que a nós três. Meu namorado me abraçava por cima dos ombros acariciando meus seios enquanto as cenas de sexo rolavam na telona. Minha bucetinha estava fervendo, querendo dar. Me virei pro meu namorado pra beijá-lo, virando junto meus quadris e claro que minha bunda ficou aparecendo. Meu namorado botou a mão na nádega que estava pra cima, abrindo minha bunda, deixando a mostra o buraquinho do meu cú. Ele ria se divertindo com os olhares do cara ao meu lado, por isso eu entendia que ele estava babando atrás de mim. Era a primeira vez que provocava a tal ponto um estranho meu homem do lado.
- O cara aí está morrendo de vontade de meter a mão na sua bunda! disse meu namorado.
- Deixa ele! Vai ficar querendo! Hahaha respondi me divertindo com tudo aquilo.
- Ah, coitado, ele não sabe como é bom ter uma bunda gostosa na mão... disse ele apertando minha nádega, complacente com a vontade do cara.
- O que você quer que eu faça? perguntei provocante.
- Nada! Você, nada. respondeu ele, olhando pro cara.
Imagino que quando meu namorado encarou-o, ele parou de olhar e se voltou ao filme porque Carlos me afastou delicadamente, me encostando na poltrona e aproximou-se do rapaz, com a cabeça e disse:
- Gostosa né?
O cara, assustado e confuso, não sabia onde enfiar a cara.
- Não, cara! Eu não tava olhando pra ela, não!
- Como não? pensei nesse momento que ia sair alguma briga, mas me tranqüilizei quando ele continuou Você está dizendo que minha namorada não é gostosa e que não merece uma olhada?
- Não, não foi isso que eu quis dizer! Sua namorada é uma delícia... é... quero dizer... é muito bonita, mas.... o cara estava gaguejando, mas eu percebi qual era a do Carlos.
- Vai, cara, não se acanhe, pode olhar! Ela é gostosa mesmo, o que é bonito e gostoso é pra se olhar e se provar!
O cara ficou confuso, não sabia se aproveitava ou disfarçava. Mas logo olhou pras minhas pernas, mirando a saia que mal cobria minha buceta. Querendo passar uma imagem de inocente, puxei uma pontinha da saia, na tentativa sem sucesso de cobrir a minha xoxota, com a carinha de uma menina de 17 aninhos, que tinha ficado sem perceber com a buceta de fora:
- Gente, o que é isso? falei com a cabeça baixa, olhando pelos cantos pros dois.
Meu namorado, tentava me tranqüilizar, fingindo pro cara estar acreditando na minha inocência, mas sabia que eu correspondia a toda sua putaria.
- Calma, meu amor, ele só quer dar uma passadinha de mão na sua coxa. Deixa vai? e olhando pro cara com um riso malicioso Me deve essa, cara!
- Está bem, mas é só na coxa. respondi, com um ar de uma putinha ingênua. Era essa a impressão que eu passava, uma puta, safadinha, mas com um olhar ingênuo.
O carinha, instintivamente (me refiro ao instinto macho), colocou a mão na parte interna da minha coxa direita e foi subindo lentamente, com cuidado, observando a reação do meu macho, seguindo em direção a minha buceta. Meu namorado fez o mesmo na coxa esquerda. Conforme meu namorado subia, o outro também subia. Quando estavam no meio do caminho, Carlos puxou minha coxa, abrindo-a lentamente, o mesmo foi feito por aquele estranho, me deixando numa posição submissa, em que dois homens podiam fazer o que quisessem com a minha xoxota, afinal ela estava toda descoberta, sem defesa alguma, com duas mãos fortes prestes a tocá-la, sem chances de eu reagir.
Me vi ali, no meio de dois homens, meu namorado me emprestando, ME EXIBINDO pra um estranho. Aquilo me deixava louca, minha buceta já estava toda molhadinha, só de pensar que um estranho me tocava. Embaixo de mim, a poltrona toda úmida.
O cara era guiado por meu namorado que mostrava o caminho e entregava o corpo de sua namorada pra um homem que nem conhecia e desejava as minhas curvas. Sua mão chegou a minha virilha e parou. Ele olhou pro meu namorado e diante de seu sinal de permissão, escorregou o dedo pra polpinha da minha buceta. Aquele toque foi como um choque. Até então, eu só tinha despertado desejos dos estranhos nas ruas, nunca haviam me tocado e, naquele momento, meu homem me proporcionava aquele prazer.
Percebi que o pau do cara estava já estourando sua calça. Ele também sentiu, então com a ajuda da mão direita, abriu o zíper e o botão, colocando pra fora. Não era impressão minha, o pau dele era muito grande, meu namorado soube fazer uma bela escolha pra mim. Com a direita alisava seu pau inchado, duro, com as veias saltando. Com a esquerda, seus dedos foram lentamente escorregando pros lábios da minha xoxota quente e encharcada. Escorregou o dedo pra cima e pra baixo, fazendo o reconhecimento da minha buceta, percebendo o quanto eu estava excitada, por tanto leite que ajudavam seu dedo a deslizar. Acho que minha umidade foi um sinal de permissão pra ele, porque ele foi se sentindo mais a vontade e começou a dedilhar meu grelinho. Meu namorado só olhava, excitado, se divertindo com a situação, segurando minha perna aberta, como se eu fosse querer fechá-las.
Notei que algumas pessoas olhavam e cochichavam. Riam baixinho apontando. Elas estavam gostando da cena porque o filme se tornou secundário pra elas. Pra quem adorava chamar a atenção aquilo era o êxtase! Eu me contorcia, me deliciava... Meu namorado assistia à cena, mantendo firme minha coxa, se divertindo com a excitação e medo do cara, que ainda não se sentia tão seguro com tudo aquilo, pois de vez em quando olhava pra Carlos como quem pede permissão pra continuar, desacreditando que podia fazer realmente aquilo com sua mulher.
Aquele rapaz brincava com a minha buceta com uma habilidade incrível, toda aquela situação me deixava com mais vontade de dar. Me abri o máximo que podia, dando espaço para aquele estranho fazer o que quisesse com a minha buceta. Minha xoxota começou a pegar fogo, um fogo que se alastrava pelas minhas coxas, nádegas, barriga, pernas... era meu gozo chegando. Em um gemido contido pra não chamar a atenção demais pessoas, gozei, gozei, gozei! Gozei gostoso! Foi o melhor orgasmo que já sentira, eu realizara uma fantasia que eu nem me permitia pensar que poderia realizar.
Eles não me largavam mesmo após minha satisfação física em forma de explosão do meu ventre!
Meu namorado afastou o bojo da minha blusinha pros lados deixando os biquinhos dos meus peitinhos de fora. Os outros continuavam observando a cena de sexo ao vivo, preferiam elas ao filme.
O cara olhava meus peitinhos durinhos e pequenos expostos por meu próprio namorado, pra quem quisesse ver.
Me perguntava se meu namorado permitiria que outros ali me alisassem também? Só de pensar na possibilidade já fui me animando de novo, sentindo vontade de ficar nua e todos me tocarem. O rapaz ao meu lado, desconfiado, parou, esperando um ok do meu macho.
- Vai, cara, fica a vontade, aproveita porque o filme está acabando!
O estranho me olhou e nem esperou meu consentimento, meteu a boca no meu seio. Mas meu namorado não permitiu que ele aproveitasse muito, afastou-o. Acho que queria deixá-lo na vontade, o que eu adorava, afinal era isso que me excitava quando me exibia nas ruas.
- Já está bom. Já chega. afastando sua cabeça e cobrindo meus seios. - Agora me diz, é gostosa ou não é?
- Muito! Muito, cara! Tua namorada é uma delícia! ainda com a mão na minha xota.
Os dois dialogavam ali sobre meu corpo, minha gostosura, detalhavam sobre minhas curvas, enquanto eu me sentia submissa, de pernas abertas, mantida assim pelo meu próprio namorado, com a mão de um estranho ainda alisando minha buceta.
Meu namorado tirava agora a mão dele da minha xoxota, tirando lentamente o dedo de dentro da minha vagina, deixando escorrer todo o leitinho quente que ela produzia. Mas nem se preocupou em abaixar minha saia, minha buceta continuava exposta, do jeito que eu gostava. Os que estavam em volta observavam, as mulheres cutucavam seus namorados pra pararem de olhar minha xoxota, meu corpo. Algumas aproveitavam pra olhar também.
O estranho se colocou em seu lugar, moralmente falando, obedecendo o novo limite que meu homem impunha a ele. Seu olhar lamentava, pois seu pau estava ali, sedento pra meter na minha xana.
- Essa gostosa é minha! dizia meu namorado todo orgulhoso, mostrando que tinha dado apenas uma amostra grátis pro cara, deixando claro que ele não teria nada mais do que aquilo.
O cara não tinha outra alternativa além de ficar batendo uma punheta. Antes do filme terminar, gozou, sem fazer questão de controlar o jato de sua porra, que atingia o encosto da poltrona da frente. Meu namorado me olhava rindo, se divertindo com o risco que acabara de correr o cara que sentava na poltrona da frente. Eu retribuía o riso, olhando pro cara, me divertindo.
O filme continuava, algumas cenas ainda picantes, mas nada se comparava à putaria que tinha rolado ali conosco. O rapaz não parecia satisfeito, olhava pra mim e iniciava uma nova punheta.
Me virei pro meu namorado excitada, virando junto meu quadril de novo. Beijei-o, deixando a mostra minha bunda, repetindo, sem querer a cena que iniciou toda a putaria.
O cara, com muito cuidado para que meu namorado não reparasse (desta vez me beijava de olhos fechados), meteu a mão na minha bunda, escorregando o dedo entre minhas nádegas, procurando meu cuzinho. Quando encontrou meu anelzinho, começou a alisar a portinha, que estava encharcada do leitinho que tinha escorrido da minha buceta.
A ponta do seu dedo escorregou levemente pra dentro do meu rabo, por estar tão molhadinho. Eu torcia pro meu namorado não perceber, porque aquela sensação era muito boa, meu anelzinho foi se alargando, gostando do dedinho atrevido, mas o cara respeitava a presença do meu macho e não enfiava mais do que a ponta do dedo. Meu rabinho estava quente e adorando aquele voluminho tomando espaço na entrada. Ele mexia levemente o dedo pra dentro e pra fora, mas numa amplitude muito pequena pra não passar do limite, me deixando com uma vontade louca de que seu dedo escorregasse pra dentro do meu buraquinho. Era a primeira vez que meu cuzinho recebia um dedinho. Meu namoro ainda estava no começo e meu namorado ainda não tinha tentado chegar ao meu buraquinho e eu não sabia ainda que gostava que tocassem nele. Aquela experiência estava me deixando deliciada. Meu cuzinho se arreganhava implorando que ele enfiasse o dedo todo.
Minha bunda se empinava, praticamente nua, com a presença de uma mão estranha, na tentativa de fazer aquele dedo entrar mais um pouquinho. Fui empinando mais e mais... aaaahhhhh que gostoso, consegui!!! O dedo dele escorregava... ou meu cú que escorregava sobre o dedo dele, engolindo-o. Meu namorado ouvia os gemidos dele e achava que era pela punheta que ele batia, mas ele estava era gostando de explorar meu rabinho.
Empinei mais até que seu dedo estava todo no meu rabo. Seu dedo começava a se agitar dentro do meu rabo, se movia pra frente e pra trás. Meu rabo queimava, se alargava, pedia mais! Minha bunda queria pau! Um dedo era pouco! Envolvida naquele transe provocado pela idéia e vontade de dar a bunda... sentei.... sentei sobre a mão que tomava meu cú. Comecei a rebolar sobre ela e sentia que ele agitava o dedo, esfregando as paredes do meu rabo, esquentando-as, me dando mais prazer. Beijei meu namorado mais calorosamente, rebolava, gemia e minha respiração se tornava mais alterada. O cara, disfarçadamente, assistia ao filme e batia sua punheta, ele sabia que, apesar do meu namorado ter permitido que ele me tocasse, a vez dele já tinha acabado.
Aquele fogo foi tomando conta de mim de novo e novamente iniciei meu gozo. Meu namorado não entendeu muito bem como eu poderia estar gozando com apenas um beijo.
O filme acabou. O estanho já tinha terminado sua punheta, mas sua mão continuava no meu cú. Empinei a bunda com cuidado, ele entendeu e tirou a mão do meu cuzinho.
Assim que as luzes começaram a se acender levantei-me.
O rapaz estava suado, os outros me olhavam, vi olhos assustados, curiosos, safados, invejosos, sedentos, reprovadores... todo tipo! Mas sei que todos tinham vontade de estar no lugar de um de nós.
Na volta pra casa, queríamos fechar a noite com um pouco mais de exibição. Fizemos nosso caminho por ruas escuras. Ele se afastou um pouco, se manteve a uns 10 metros atrás de mim, como se não me conhecesse. Observava a reação dos homens diante de meu andar provocante, meus rebolados, minha falta de medo que me fazia passar muito próxima aqueles estranhos.
Pelo primeiro homem, cruzei rebolando, minha saia balançava acompanhando o movimento das minhas nádegas. Enquanto eu passava ao seu lado, se aproximou do meu rosto, dizendo:
- Buceta gostosa! sussurrava enquanto metia a mão na minha xoxota.
Passei direto, sem parar, apesar de ter diminuindo a velocidade pra aproveitar melhor o atrevimento daquele cara.
E assim fomos caminhando até minha casa, uns só falavam obscenidades, outros metiam a mão na minha bunda ou na minha buceta...
Foi o namoro que mais durou, o que mais realizou minhas fantasias.
enviada por gostoso
14/12/2008 10:19
Eu, minha esposa e nossa melhor amiga Ola, vou relatar a voces o que aconteceu neste ultimo final de semana (08/05/04), um final de semana que acabou sendo inesquecível para todos nos, pra mim, para minha esposa e para nossa amiga. Deixe-nos apresentar: Me Chamo Felipe, tenho 31 anos, moreno, olhos verdes, 1.75m, 70kg, minha esposa Gabi, 28 anos, morena, olhos e cabelo pretos longos, 1,59m, 49kg, linda e nossa amiga Paola, 31 anos, morena, olhos e cabelos pretos, 1.65m, 50kg, tambem muito bonita. Saimos, fomos a um barzinho onde elas começaram a tomar vinho, começamos a conversar sobre muitas coisas e a rir quando o papo mudou para namoro, a Paola reclamou que so ela não namorava e que estava com saudades de namorar, foi ai que minha esposa disse a ela que isso não era problema, que era só ela querer que ela teria o homem que ela quisesse, bom apartir daí o papo começou a ficar mais solto até que a Paola disse brincando para a Gabi se ela topava namorar com ela, já que homem estava dificil e para nosso espanto minha esposa disse que topava que ela estava aberta a descobrir novas aventuras e por ai foi se rolando nosso papo até a hora que fomos embora. No caminho eu disse as duas se elas iriam de fato namorar mesmo que eu iria adorar ve-las namorando, tanto que as duas estavam no banco de tras do meu carro e eu sozinho na frente, elas disseram que não teriam problema nenhum se isso acontecesse, bom parei meu carro e disse que elas poderiam fazer o que quizesse, começaram com um beijo, e depois me chamaram para beija-las tbem. Apartir daí fomos nos soltando ate que resolvemos ir para minha casa e chegando la a Paola me deu um beijo delicioso, fomos para o quarto onde depois dela tirar toda a sua roupa ela veio e tirou a minha e nos dois tiramos a de minha esposa. A Gabi me pediu para chupar a Paola o que eu fiz com muito prazer, enquanto isso a Paola começou acariciar a Gabi e chupar sua bucetinha que estava encharcada de tesão, ambas gozaram com isso e aproveitei para penetrar a Paola por tras, ela estava adorando meu pau em sua bucetinha e chupava a Gabi foi uma delicia, ai ela gozou mais uma vez. Depois eu deitei onde a Paola veio e sentou no meu pau e fazia movimentos deliciosos a Gabi me beijava, trocamos de posição, a Gabi sentou na cama e a Paola ficou de quatro onde eu a penetrei, começei a dar estocadas fortes, elas gemiam muito de prazer, aumentei o ritmo onde gozamos todos juntos. Depois de um descanço a Paola pediu para eu comer minha esposa o que eu fiz com muito tesao, deitei ela de bruços, posição que ela adora e penetrei sua bucetinha, ela mexia com muito tesão e eu comia com mais tesão ainda, ai minha esposa disse que queria ver eu comer o cuzinho da Paola, coisa que alias ela adora, não foi dificil, pois ela estava com tanto tesão e sua propria lubrificação facilitou muito a penetração, ela gritava, gemia, pedia para não parar, enquanto isso eu dava estocadas e fodia com muito tesão aquele cuzinho delicioso. Minha esposa beijava e dizia fode essa putinha que gosta de dar o cuzinho, vai fode, essas palavras nos deixaram loucos e gozamos muito. Depois deitamos a Paola, minha esposa abraçando ela por tras e eu abraçando minha esposa, fizemos um trenzinho, começei colocando um dedo na bucetinha da Gabi que logo estava excitadíssima e fez o mesmo na Paola, coloquei meu pau na bucetinha da Gabi por tras e comecei a fode-la, enquanto ela fodia a Paola com seus dedos abraçada com ela que passou a fazer o mesmo com a Gabi que esta altura tinha meu pau fodendo sua bucetinha e os dedos da Paola tocando seu grelinho, ela ficou louca e gritava de tesão e expoldiu num gozo delicioso, depois disso nos beijamos e fomos tomar um banho. Levamos a Paola para a casa dela e ela nos disse que foi a melhor noite de sua vida, que ela nunca mais vai esquecer, enquanto eu e a Gabi, nos tbem adoramos e estamos loucos para repetir, o que vai acontecer hoje (12/05/04), mas isso é uma outra historia que em breve contaremos a voces.
enviada por gostoso
14/12/2008 10:14
Este conto me foi enviado por uma belíssima colaboradora!!!
Confesso que tive que criar coragem para escrever esse conto. Há tempos acessava o site e sempre li as coisas com muita excitação, e agora resolvi que havia chegado a minha hora de contar uma experiência que tive. Tenho 31 anos e sou casada há oito. Meu marido é louco por sexo. Sempre foi. Eu, quando namorávamos, também era uma tarada. Na casa dos meus pais eu o esperava de shortinho de lycra curto e ficávamos debaixo dos cobertores, nos roçando, enquanto meus pais viam TV. Várias vezes ele gozou nas minhas coxas e teve que correr para o banheiro. E eu me divertia com isso
Esperava a mínima chance e ia para a janela do meu quarto, com o pretexto de ver a rua só pra ele ficar me encoxando e enfiando os dedos por baixo do meu shorts pra sentir minha buceta molhada. Não me dava conta, mas já era uma putinha, quem diria! Perdi a virgindade aos 15, com esse que hoje é meu marido e foi meu primeiro namorado. Nunca tive outros homens. No começo da vida de casada eu era uma verdadeira perversa. Queria trepar todo dia, o dia todo, se deixassem. Na cama sou uma louca. Peço para ele me puxar pelos cabelos, me dar tapas na bunda, me chamar de vadia. É assim que eu me excito. Como uma devassa. De uns tempos para cá, no entanto, tinha perdido um pouco a vontade de fazer sexo. Ele insistia e eu sempre fugia. No entanto, o desejo voltou. E mais forte do que nunca. Minhas fantasias são cada vez mais devassas, e eu já me senti até mal por desejar essas coisas
Mas já não me culpo mais. Minha última fantasia foi a da dupla penetração. Desde os 20 anos dou a bunda pro meu marido, ele adora e nem acredita em como eu gosto de dar o cu pra ele. Ele se impressiona como continuo apertada depois de todas essas fodas! Dou em todas as posições
No começo doía, como doía. Mas agora, antes dele voltar do trabalho, eu faço a lição de casa e vou metendo um vibrador delicioso (e bastante grande, aliás) que eu comprei, pra dilatar o cu e cavalgar no pau dele sem sofrimento. Acabei comprando, dias atrás, um pênis duplo, para ver se eu conseguia me penetrar duplamente, antes de pedir isso para o meu marido. Um dos consolos é bastante grosso, pra botar na buceta, e o outro mais fino, pra bunda. Além desse, comprei um vibrador em cyberskin, que imita a pele, bem grosso, e uma cinta com um pênis acoplado, para meu marido usar, caso minhas aventuras dessem certo. Pois bem. Comecei a treinar com esse duplo pênis. Como já estou acostumada com o sexo anal, esse pênis fininho mal fez cócegas
Então peguei o vibrador grande que eu comprei, juntamente com o outro que eu já tinha (cada um com os seus 7 cm de diâmetro) e comecei a meter em mim. Primeiro, devagar. Depois, botava tudo. E gozava! Como gozava! Fui treinando até chegar o dia de contar pra ele a minha fantasia
. Quando estava chegando a hora dele voltar do trabalho, tomei um banho, limpei o cu com uma duchinha pra deixá-lo pronto pro trabalho, me perfumei e coloquei uma roupa bem puta, um espartilho de vinil, com ligas pretas, salto finíssimo e alto, tanguinha fio-dental que mal dava pra ver. Coloquei um sobretudo por cima da produção. Passei um bom perfume e esperei. Fiquei no computador (eu trabalho na minha casa) e, quando ele chegou, nem reparou no sobretudo, já que estava bastante frio. Me disse que tomaria um banho. Eu perguntei se teria carinho depois e ele, prontamente, disse que sim, claro! Ele entrou no chuveiro e eu fui pro quarto. Esperá-lo. Tirei o sobretudo e untei meu rabinho com Ky. Ele saiu do banho e, ainda nu, me viu no quarto, como uma vadia. De liga e salto. O pau dele cresceu na hora! Cheguei perto dele e agarrei aquele caralho grosso. Comecei a bater uma gostosa, e ele me chamando de doida. Nem sabia o que o esperava! Pedi para que sentasse na cama e comecei a chupar o caralho dele com muita vontade. Como eu estava excitada! Parecia que era minha primeira trepada. Chupei até que quase ele gozasse na minha boca. Senti o pau crescer, inchar na minha garganta e tirei a tempo. Queria a porra dele. Mas não naquele momento! Ele me puxou com força pra cima da cama e me colocou de quatro. Disse no meu ouvido quer ser uma puta? vou te tratar como uma puta! e, com um braço, me puxou os cabelos com força. Com o outra mão, apertava a minha bunda. Quando passou a mão pelo meu cu e sentiu que eu havia passado o Ky, meteu o dedo e me disse ah, tá querendo uma enrabada hoje, é? Vou te comer como uma cadela, cadela no cio que vc é. E vou comer agora. Sem dó me puxou contra o corpo dele pelos cabelos e encostou a cabeça do pau na entrada do meu cu. Eu tremia de tesão. Ele me puxou com muita força e meteu com tudo. Nunca ele tinha feito isso, sempre botava um pouco de cada vez, com medo de machucar. Naquele dia, não. Enfiou o pau todo de uma vez e eu urrei. Mas não era de dor. Era de prazer. Eu gritava que era a puta dele, que não tinha me comportado, que devia ser punida. Ele me dizia que eu não era uma boa menina, que era uma vadia, e que ia me punir por isso. E tirava o pau da minha bunda e enfiava com toda a força, enquanto abafava a minha boca. Falava não grita, piranha, que hoje eu vou te comer o cu que nem gente grande. Deixei que ele desse mais umas quatro, cinco estocadas fortes, e tirei o pau dele. Ele ficou maluco, queria que eu voltasse. Eu era a puta dele, não podia deixá-lo daquele jeito! Desci da cama e peguei a cinta que eu havia comprado. Mostrei para ele, que não entendeu num primeiro momento. Disse a ele você vai me comer o cu, sim. Mas vai me comer a buceta ao mesmo tempo Quando ele entendeu, seus olhos brilhavam! Ele me dizia você é mesmo uma piranha vadia! Quer uma dp, né? É isso que você preparou pra mim hoje? Quer uma dupla penetração?! Eu fiz que sim com a cabeça. Ele colocou a cinta, me colocou de quatro e, puxando pelo cabelo, sussurou no meu ouvido: agora eu vou te punir, sua vadia. Ele montou em mim, cuspiu na cabeça do pinto da cinta e apontou pro meu cu. Meteu sem dó. Quando a cinta já me penetrava, encostou a ponta do caralho dele na minha buceta e disse agora vou comer tua xana de vadia e você não vai reclamar. E não grita, porque você é uma puta, uma piranha, e eu vou te comer como eu quiser. E meteu. Fundo. Gostoso. Eu rebolava, com os dois paus dentro de mim. Me sentia mesmo uma puta! Não dava pra acreditar! Galopava e sentia os dois paus se encontrando dentro de mim. Ele me puxava pelos cabelos e batia na minha bunda. Urrava! Ficamos metendo um bom tempo! Muitas estocadas depois, sentia que íamos gozar, os dois, juntos. Então tirei ele de dentro de mim e enfiei o pau dele na boca. Por essa ele não esperava! Eu queria a porra dele! Mas queria mamar aquela pica com gosto. Queria sentir o gosto ácido daquela porra que fazia tempo que eu não tomava. Botei o pau dele na boca e senti aquele caralho pulsar! E a cada pulsada, um jato na garganta. Fiquei grudada no pau dele até ele terminar. Ele gritava e eu engolia aquela porra gostosa pra não deixar sobrar nada. E o deixei desfalecido na cama. Mal abria os olhos. E eu, satisfeita, estava com as pernas bambas. Sentia o cu e a buceta pulsarem ao mesmo tempo. Que loucura! Não vejo a hora da próxima! Agora, quero ver se invento um menage com ele e uma outra menina. Sempre quis ter uma experiência com mulher e ele tem essa fantasia. Ele realizou a minha, eu realizo a dele
enviada por gostoso
03/12/2008 15:55
Perdendo a virgindade anal
Era verão e eu fui acampar com algumas amigas num camping perto de Recife.
Era uma delícia, só gente bonita, e logo que a gente chegou, reparou que perto da gente tinha um grupo de caras super gatos, windsurfistas, numas barracas bem perto.
Eu era a mais nova da turma, na verdade, estava com a minha irmã e as amigas dela, mas eu fiquei com jeito de mulher muito cedo, uma morena com bunda, cintura e peito, bem brasileira.
Bem... Logo na primeira noite rolou uma festinha na barraca dos windsurfistas, com violão, aquelas coisas, e nós fomos pra lá e eu logo comecei a conversar muito com o Sérgio, um cara meio ruivo, de 22 anos, um super gato.
A gente ficou conversando, tomando uma cerveja, e eu menti dizendo que tinha mais idade anos e ele caiu. Conversa, vai, conversa vem, cerveja, tal coisa, todo mundo começou a se entender. Minha irmã, que era mais velha, e suas amigas, eram bem saidinhas e já se deram bem com os outros caras, cada um foi prum canto e eu fiquei lá, na minha. Minha irmã não tava nem aí pra esse negócio de virgindade, mas quando saiu com o cara que ela tava ficando, passou por mim e disse, "olha lá, heim, menina!..." Disse isso com aquela cara de irmã mais velha, porque sabe que nosso pai é uma fera (coitado, nem desconfia...).
O Sérgio e eu já estávamos nos beijando há um tempão, quando ele me chamou para dar uma volta na praia e nós fomos. Fomos conversando e resolvemos parar perto de uma jangada abandonada para tomar um banho de mar, que tava uma noite quente e de luar. Entrando na água, foi aquele amasso e logo eu pude sentir o pau dele ficando bem duro. Aí começou a agarração mesmo e nós saímos da água.
Ele me encostou na jangada e começou a me agarrar, passar as mãos no meu peito e eu comecei a ficar morrendo de tesão, mas ao mesmo tempo meio com medo, afinal, eu era virgem e muito nova. Como havia mentido para ele, sabia que ele ia querer levar a coisa adiante. Não deu outra, ele começou a tirar a parte de cima do meu biquíni e chupar meus peitos. Eu fui à lua de tesão e ele desceu a mão pelo meu corpo até parar na minha bocetinha já molhada. Enfiou a mão no meu biquíni e começou a me bolinar e eu quase gozei.
Até aí eu já tinha ido com outros meninos, mas o Sérgio começou a tirar a parte de baixo do meu biquíni e foi descendo até cair de boca na minha bocetinha. Aí eu fiquei meio nervosa e puxei ele pra cima. "Que é isso, gatinha, você não tá gostando?" Ele me perguntou e eu respondi que estava, mas, depois de muitas desculpas esfarrapadas, acabei tendo que confessar que era virgem e ele definitivamente meio sem acreditar prometeu que não ia fazer nada que eu não quisesse. Assim, desceu de novo, me fez abrir as pernas e caiu de boca na minha boceta, chupando meu grelinho com vontade. Ninguém nunca tinha me chupado daquele jeito e eu vi estrelas de tanto tesão, fiquei doida. Abria as pernas e levantava o quadril e ele abria minha boceta e chupava meu grelinho. Depois que eu gozei, ele se levantou e cochichou no meu ouvido "Agora, que tal perder esse cabacinho, heim?"
Disse isso e ficou esfregando o pau duro que ele tinha acabado de tirar de dentro da bermuda na minha boceta molhada. Eu ainda estava doida de tesão, ficava abrindo as pernas, sentindo aquela cabeçona se encaixar bem na entrada da minha boceta virgem, gemia, tinha vontade de me arreganhar todinha e pedir pra ele meter, mas também lembrava da minha irmã e pensava que meus pais iam descobrir e pedia para ele não meter.
Depois de muita esfregação, o pau dele já estava quase explodindo de tão duro, ele me perguntou se eu já tinha chupado um pau alguma vez na vida. Eu não tinha, mas disse que tinha e ele falou "Então faz uma chupeta aqui em mim, faz". Eu estava morrendo de tesão e peguei aquele cacetão meio sem jeito, coloquei ele na boca do jeito que eu achei melhor e comecei a chupar.
Ele foi me guiando, segurando minha cabeça, e eu comecei a gostar daquele negócio, ele gemendo e dizendo "Isso, me chupa gostoso, me chupa gostoso... Por dica dele, comecei a acelerar os movimentos, até que ele anunciou que ia gozar. Eu não sabia muito bem o que fazer, mas ele segurou minha cabeça para que eu não tirasse o pau dele da boca e me fez engolir sua porra.
Nos levantamos e fomos tomar outro banho de mar, agora sem roupa.
Ficamos conversando, o Sérgio era um cara legal, engraçado, mas logo, logo começamos a nos agarrar novamente, agora sem roupa, já pude sentir o pau dele endurecer e ficar roçando na minha xaninha, ou, como dizia ele, no meu "priquitinho". Ele começou de novo a pedir pra eu dar pra ele, disse que eu ia gostar, que não tinha problema, mas eu só repetia que não, que meu pai era uma fera e etc. então a gente saiu do mar e ele pediu pra eu chupar o pau dele de novo. Comecei a chupar aquele cacetão e logo ele começou a gemer de novo. Eu fui ficando com muito tesão também, e logo ele me puxou pra cima e pediu no meu ouvido "Então deixa eu comer o teu cuzinho?" Eu me arrepiei todinha, e ele percebeu que eu tinha ficado com medo e falou "Calma, gatinha, eu vou colocar bem devagarzinho, vai ser gostoso, você vai ver..." O pau dele era grande, mas não enorme, e logo depois de falar ele me encostou na jangada, abriu meu "priquitinho" e começou a me chupar novamente. Como chupava bem! Eu comecei a ficar com muito tesão, minha boceta estava super molhada, eu estava até repensando esse negócio de não perder o cabaço, até que ele começou enfiar o dedo no meu cuzinho e eu adorei. Ele molhou o dedo na minha bocetinha e enfiou todinho, bem devagar e delicadamente no meu cu. Eu comecei a gemer, comecei a me rebolar, era muito bom. Ele continuou chupando meu grelo e metendo o dedo no meu cu, até que melou outro dedo na minha boceta e botou outro dedo no meu cuzinho. Eu não aguentei e gozei loucamente, gemendo e já bem safadinha dizendo "Mete, mete, mete..."
Nisso, ele se levantou de pau duríssimo, esfregou o pau na minha boceta molhada e começou a forçar a cabecinha na entrada do meu cu. Me fez virar de costas pra ele e falou "abre essa bunda pra mim". Eu, já doida de tesão, empinei e abri a bunda pra ele. Ele encostou aquele cacetão na entrada do meu cu e começou a forçar a entrada. Assim que entrou a cabecinha eu dei um pulo e um berro, mas ele me segurou, parou de forçar e disse no meu ouvido "Calma, gatinha. Faça força pra fora, abre esse cuzinho que passa..."
Eu queria desistir, mas ele me segurou e continuou forçando o pau no meu cuzinho. Entrou a cabeça e ele continuou metendo, estava doendo muito, eu gemia de dor, mas aguentava aquela tora entrando. Eu achava que só tinha entrado a cabeça quando senti ele encostar em mim e percebi que tinha entrado tudo. Ele forçou pra entrar mais ainda e falou pra eu olhar pra trás. Eu olhei e fiquei surpresa, e ele falou "Tá sentindo? Perdeu o cabaço do cu, tá aguentando uma piroca todinha atochada na bunda..." disse isso e começou a me comer, colocando a mão no meu grelinho e começando a esfregá-lo.
Eu voltei a gostar daquilo, não acreditava que estava dando o cu praquele cara que eu mal conhecia. Comecei a gemer e sentir aquela pica grossa e tesuda entrando e saindo da minha bunda, enquanto ele batia uma siririca em mim. Comecei a pedir pra ele meter no meu cu "Mete... Mete no meu cuzinho, mete tudo... Mete mais!..." o Sérgio começou a meter mais rápido, com força, eu podia sentir aquela pica quase sair do meu cu e ele logo enfiar tudo de novo, lá no fundo, já estava doendo de novo, não queria nem imaginar como não devia estar o estado do meu cu, mas não tava nem aí, tava doida de tesão com aquele cacete me arrombando e continuei gemendo e dizendo coisas cada vez mais safadas "Mete essa rola no meu cu... Me fode na bunda, me come!..."
O Sérgio continuou bombeando no meu cu e esfregando a minha xoxota até que eu já completamente sem controle gozei loucamente, gemendo alto, pedindo pra ele meter, pra me arrombar, e ele gozou também, esporrando tudo dentro do meu cu e me chamando de piranha. Passado o gozo, ele tirou aquela pica do meu cu e eu pude sentir tudo melado de porra, todo alargado, mas na verdade nem estava tão doído quanto eu pensava.
Fui tomar um banho de mar e quanto bateu a água salgada ardeu, mas nós voltamos pro camping e ainda passamos o resto da temporada trepando, ele me comeu muito na bunda e eu ainda saí virgem.
enviada por gostoso
29/11/2008 09:08
Um amigo que conheci pela net
Me chamo Sheilla, tenho 25 anos, casada e trabalho num escritório de contabilidade. Sou Morena de pele clara, 1,60m, seios fartos com mamilos salientes e claros, pernas bem torneadas, enfim, um tipo mingnon.
Entrando numa comunidade do Orkut, eu o conheci, seu nome: Paulo, 30 anos, separado. Ele já procurava uma pessoa, pois desde a separação não se envolvera com ninguém. Percebi sua carência afetiva, além da carência por sexo é claro. Contei também de minha vida, do meu casamento etc... Foi então que por um ano batemos papo na net. Ele por coincidência do destino morava no bairro vizinho.
Eu ate então só tinha conhecido gente de longe, tipo Minas e Bahia, nunca havia me interessado em ninguém do mesmo lugar. Nós até que nos falávamos pouco. Nosso contato era mínimo, mas me encantei com esse rapaz. Pouco tempo depois, tentamos nos conhecer Pessoalmente. Trocamos telefones e até combinamos algumas vezes de nos encontrar, mas nunca dava certo. Conversei com ele apenas uma vez por telefone e vi que ele não era aquele monstro que eu imaginava. Era muito dócil e romântico.
Certo dia, do nada, meu Celular toca e era ele. Eu até estranhei, pois ele raramente me ligava. Disse que estava no meu bairro e queria me conhecer pessoalmente, pedi que ele viesse no meu escritório, pois eu não poderia sair naquele horário. Ele chegou pouco tempo depois.
Nos conhecemos eu me encantei com ele. E ele também se encantou comigo.
Conversamos pouco já que ele tinha que voltar para casa. Eu tive que lhe pedir um beijo, pois ele estava muito tímido. Foi um amasso sabe daqueles rápidos, beijinhos apenas.
Ele estava de short onde dava para ver suas coxas, peludas por sinal.
Foi então que marcamos para a outra semana. Mais 1 semana de namoro pela net. Agora mais apaixonados do que nunca.
E nos encontramos novamente, dessa vez ele veio com mais tempo em uma tarde que não teria mais ninguém no escritório. Era feriadão e eu inventei uma desculpa de terminar uns relatórios. Tranquei a porta quando ele entrou. Apesar do medo de sermos flagrados, começamos a conversar... e a nos beijar loucamente, ele chupava minha língua me deixando cada vez mais molhada.
O beijo dele era muito gostoso nos sentamos no sofá e continuamos a pegação. Ele estava de camiseta e calca Jeans dessa vez.
E eu com uma calcinha de algodão rosinha clara eu uma sainha azul de crochê e uma blusinha preta decotada.
Com aqueles beijos quentes ele foi beijando meu pescoço e sua mão abaixando e alisando meus peitinhos que já estavam durinhos inchados de tanto tesão, aquilo estava sendo uma loucura.
Então como estávamos numa posição ruim ele achou melhor me deitar no sofá, veio e deitou em cima de mim já tirando minha blusinha e me beijando na boca.
Então depois de arrancar minha blusa ele começou a sugar meus peitos com vontade.
Começou a sugá-los como um bebê faminto me deixando ainda mais louca.
Então ele chupava meus seios e eu sentia seu pau duro encostar na minha perna enquanto eu tentava acariciá-lo.
Ele ficou ali se deliciando com um peito e outro, elogiando e dizendo que eles eram lindos e deliciosos, alisando a minha bucetinha por cima da calcinha, me fazendo ficar sem ar, até que foi descendo passando a língua na minha barriguinha me arrancando gemidos de tesão me deixando maluca.
E tirou minha calcinha... ficou por alguns instantes admirando minha bucetinha inchadinha, com lábios carnudos, toda lisinha e com um grelinho rosado. Ele ficou maluco abocanhando minha bocetinha que nessa hora já se encontrava encharcada de tanto tesão que me ele me deixava.
Dei um gemido aiiiiii, enquanto ele sugava deliciosamente meu grelinho.
Então resolvemos fazer um 69 ele virou ao contrario colocando seu pau na minha boca... enquanto sugava minha boceta.
Confesso que nunca curti muito essa posição, mas aquele foi o 69 mais delicioso de minha vida, nunca irei esquecer.
Eu chupava o pau dele com muita vontade, minha boquinha quente fazia vai e vem naquele cacete duro enquanto sentia sua boca quente também sugando meu grelinho.
Hora eu passava a língua na cabecinha hora colocava todo na boca para chupar.
Mas mal consegui chupar pois ele me fazia gemer muito com sua boca sugando minha boceta. Gozei gostoso na boquinha dele. Nossa que gozo maravilhoso!
Foi então que ele sentou no sofá me puxando pelo braço.
Sentou e falou vem putinha senta aqui no meu colo com essa boceta deliciosa.
Eu obedeci prontamente e já estava lá sentada cavalgando no cacete dele, Eu gemia baixinho, sussurrando no ouvido dele, dizendo que estava delicioso rebolar naquele cacete.
Eu estava feito um louca vadia, pulando no colinho daquele macho quente e fogoso.
Enquanto eu o cavalgava sua boca sugava meus seios novamente loucura total.
Aquilo me deixava mais louca, ele segurava minha bundinha que subia e descia no pau dele.
Eu o beijava no rosto, lambia a orelha dele... ele também gemia...enquanto minha bocetinha quente remexia no cacete dele. Gozei mais uma vez. Ele para não gozar logo sugeriu novamente mudarmos de posição. Dessa vez ele ficou em pé e eu fiquei de quatro com a bundinha empinadinha para o lado dele e ele começou a foder minha boceta... eu gemendo feito uma cadela no cio.
Sentia o pau dele entrando e saindo lentamente da minha xaninha me deixando louca.
Depois ele ia aumentando o ritmo e bombando cada vez mais forte, eu pedia para ele bater na minha bundinha me chamar de putinha , vadia , vagabunda, safada.
E ele obedecia...começou a bater enquanto metia seu cacete na minha xoxotinha molhada falando: Ai putinha gostosa, minha vadia, como você mete gostoso, isso rebola no meu pau tesuda, vai.
Eu gemia cada vez mais alto. E novamente ele parou me colocou sentada na pontinha do sofá se posicionando no meio das minhas pernas e novamente com começou a meter.
Não sei quanto tempo fiquei sentindo aquele cacete entrando e saindo de mim, minha xaninha já estava ardendo de tanto meter.
Mesmo assim me deliciava com aquele meu gato tesudo.
Ele bombava, enquanto nos beijávamos na boca... as vezes ele parava para me dizer coisas apaixonadas, tipo o quanto eu era linda e que me conhecer tinha sido a coisa mais especial que tinha acontecido em sua vida nos últimos tempos, depois voltava a meter gostoso. Aquilo estava uma loucura.
Nunca havia passado por aquela experiência tão gostosa.
E ele continuava me fodendo hora beijava minha boca, hora chupava meus peitinhos. Ás vezes me xingava de vadia, safada, ás vezes me chamava de linda, gostosa, meu amor. E ficou bombando ate que não agüentou mais encheu a minha bucetinha de porra quente. Nossos corpos estavam suados, pelo calor que fazia e pelo desejo do sexo gostoso que fizemos.
Depois ficamos abraçadinhos conversando e trocando carícias, onde ele disse que eu tinha a buceta mais linda que ele já vira na vida e que estava louco pra comer o meu cuzinho. Fiquei com medo, pois só tinha tentado dar o cú uma única vez e a experiência foi traumática, pois não suportei a dor e jurei pra mim mesma que nunca mais faria aquilo. Depois de 30 minutos de conversa, onde ele me garantiu que seria cuidadoso, carinhoso e que pararia se eu pedisse, resolvi dar a bundinha. Ele sugeriu que eu fosse por cima para que eu própria pudesse controlar a penetração. Lubrificou o pau com saliva e passou também saliva no meu buraquinho. Sentei com minha a bundinha no pau dele, encaixando a cabecinha no buraquinho do meu cuzinho e fui forçando aos poucos. Ele me beijava a boca e acariciava os meus seios com uma mão, enquanto sussurrava palavras de conforto e incentivo no meu ouvido. Como o seu cacete não era tão grande assim, não doeu tanto e comecei a cavalgar, com meu cuzinho no cacete duro ele... nunca tinha dado a bunda com tanta vontade como estava fazendo ali com ele... e ele chupando meus seios e segurando minha bundinha para cima e para baixo e vendo entrar e sair o pau da minha bundinha enquanto eu cavalgava de frente.
Foi então que depois de 10 minutos cavalgando com cuzinho no pau dele eu tive um gozo que jamais pensei que pudesse sentir. Gozei gostoso pelo cu (logo eu, que tinha jurado jamais dar a bundinha novamente) ele agora encheu de porra minha bundinha.
Ficamos ali exaustos, esperando a respiração voltar ao normal, enquanto eu pensava na loucura deliciosa que eu tinha realizado.
Essa foi umas das transas que tive com ele. Meu querido e delicioso amante que conheci pela Net.
enviada por gostoso
16/08/2008 14:22
Arrombei a fofinha tesuda
Moro em um prédio na zona oeste de São Paulo, e quase não tinha contato com meus vizinhos porque saio cedo para o trabalho, e volto sempre depois das nove horas da noite. No início de maio deste ano, dia chuvoso e frio, tive que acelerar uns relatórios e decidi ficar dois dias em casa, isolado. Era inicio da noite de uma terça feira, estava concentrado em meu trabalho, quando ouvi alguns ruidos no lado de fora do meu apartamente. Como já precisava de uma espairecida, afinal já estava concentrado no trabalho há mais de 3 horas, e lentamente, quase me espreguiçando, abri a porta e vi um casal aos amassos na parte inferior da escadaria. Era uma garota fofinha que vou chamar aqui de Luana, e um garoto residente no mesmo prédio, mas que ignoro o andar e o nome. Estavam abraçados e em pé, ele no meio das pernas dela, e ela com um dos pés repousando sobre a cintura dele. A blusa levantada até a altura dos seios, um deles estava para fora, e o garoto se curvava todo para beijar. Estavam com tanto tesão que nem notaram minha presença. Passei com cuidado a observar, agora já envolvido pelo tesão que a situação me deu, e apenas tomei cuidado para que eles não notassem mina presença. Eles se movimentavam todo, mas transar ali estava realemente complicado para os dois. Uma porta foi aberta no andar de baixo que dava quase de frente para eles, assustando-os, e procuraram imediatamente se arrumar. Alguém chamou o garoto pelo nome e ele saiu correndo em direção ao chamado deixando a garota fofinha assustada no local. Quando ele desapareceu da minha vista, ela subiu alguns degraus, ouvindo alguém gritar do andar de baixo \" Com quem você estava??..Fale logo...\". Ela toda assustada subiu correndo em direção ao meu apartamento, e eu para evitar uma situação mais complicada abri o que faltava da minha porta ficando bem de frente com a garota, que sorriu sem graça, mas evidentemente não notara que eu a vira. Sorri para ela e perguntei baixinho \" Precisando de alguma coisa?\" Ela rapidamente, ouvindo passos em nossa direção vindos do andar inferior, entrou no meu apartamento ainda assustada. Fechei a porta e notei que ela estava pálida e quase chorando de medo. Ofereci alguma coisa para ela beber e a conduzi até a sala. Ela estava muito inibida e temerosa pelo quase flagrante e me disse que estava com o namorado, e que os pais dele, especialmente a mãe não gostava dela. Depois de alguns minutos ela já calma pediu ainda para ficar mais um pouco ali. \"Tudo bem, pode ficar à vontade, e se desejar pode acompanhar meu trabalho quer?\" Veio comigo até o escritório doméstico onde eu apenas para disfarçar tirei alguns pápeis de cima da mesa e joguei em uma pasta e ela ainda vendo meu computador pediu permissão para navegar um pouco. Concordei, mas já nos primeiros movimentos notei que ela não dispunha de muita prática no assunto, e procurei orientá-la. Ela, é fofinha, tem uns quilinhos a mais, mas tem o corpo tipo violoncelo, seios grandes, durissimos, o decote da blusa, que ainda tinha umas dobras do amasso comprovava esta impressão, deve ter por volta de 1,65 cm, o peso não arrisco mas é uma fofinha gostosinha, sorridente, uma bunda, um pouco acima do normal, o que me dá uma atração especial, e usava um jeans com cintura baixa que quando ela se curvava dava para ver um pedaço da calcinha, cor laranja. Fiquei de pé ao lado dela, que estava sentada na cadeira do computador, e ia explicando e tocando em seu braço. Prosseguimos e eu de vez em quando segurava sua mão sobre o mouse para orientá-la e forçava minha coxa contra o braço dela. Assim começei o jogo. Algum tempo depois este joguinho já havia criado o clima erótico na sala e ambos estávamos com tesão. Eu em pé, bem perto dela, ela olhando sempre para a tela, e o braço já forçado contra o meu pau, já bem duro, molhando o tecido da calça que eu usava. Mudei os braços, o direito ficou sobre o dela conduzindo o mouse, que a esta altura só passeava pela tela, e a outra a abraçava trazendo-a mais ainda em direção ao meu pau, bem duro e encostado no braço e no seio. Os bicos do seios pareciam que iam explodir de tanto tesão. Peguei suas mãos e sutilmente a fiz levantar, sem trocar uma palavra. Ela veio na minha direção com os olhos semi cerrados. Abracei-a, e a fiz sentir na altura da cintura meu pau todo duro, e ela deixou-se conduzir e gostou de sentir o pau, porque forçava o corpo contra ele. Beijei-a enfiando a lingua bem ao fundo da sua boca, e fui levantando sua blusa. Tirei devagar, ainda mantendo o beijo, o seu sutiã. Os seios saltaram para fora. Enormes mesmo, os mamilos durissimos e empinadinhos. Virei-a de costas, me coloquei contra a bunda dela e fui beijando sua nuca. Ela se mexia toda, com os olhos fechados e a cabeça meia virada para o teto. Soltei o jeans, e fui forçando o jeans para baixo. Estava dificil porque o jeans era apertado. Deu trabalho, mas depois de um tempo ela estava apenas com a calcinha laranja. Beijei-a de novo e coloquei a mão bem em cima da bucetinha. Estava ensopada. O tecido estava até manchado pelo suco que escorria. Isso me deu mais tesão ainda. Beijando-a fui a conduzindo para o chão, no tapete. Tirei minhas roupas, e fui explorando o corpo dominado pelo forte tesão dos dois. A garota gemia, balbuciava alguma coisa imcompreensivel. E, eu seguia, tirei a calcinha e neste momento pude avaliar melhor o nivel de tesão que a dominava. Estava totalmente ensopada. Adoro sentir isso. Fui beijando os mamilos, mordiscando de leve.forçando o endurecimento dos biquinhos. Ela se mexia toda, abria as pernas para meu corpo ficar ali, forçando contra a bucetinha. Dava para sentir o suco dela molhando minhas pernas. Com as duas mãos abri as pernas dela e fui descendo com o beijo das seios para o ventre e parei um pouco entrea cintura e a bucetinha, enquanto com uma das mãos fiquei espalhando a umidade toda pela fenda, e ainda acariciava o grelinho. Quando meu dedo tocava de leve, bem de leve o grelinho, ela quase endoidecia, e jogava seu quadril em minha direção, como se pedisse para enfiar tudo. Não tenho pressa. Gosto de ir devagar e curtir o tesão mútuo. De repente fui baixando mais a boca e soltei minha respiração morna sobre a fenda, que eu mantinha aberta com a mão. O corpo se mexia todo, os gemidos roucos saiam balbuciando alguma coisa, e o quadril fofo se mexia sem parar. Beijei o grelinho, e fui passando a lingua ao longo da fenda, soltando saliva para se misturar com o suco. Ela ficou mais ensopada ainda. A fofa agora me arranhava, se mexia como doida, sempre jogando o quadril em minha direção. suas mãos forçavam minha cabeça contra sua buceta. E, de repente se enrijeceu toda, e gozou gritando e esticando as pernas. Deixei os espasmos rolarem. Ela amoleceu toda. Ficou mole, pernas soltas. Corpo largado. Parecia desmaiada. Levantei um pouco, e pus meu pau bem no meio da fenda. Ela continuava como que desmaiada. Forcei um pouco o pau, para que ele ficasse apenas abrigado na fenda. Sem penetrar. Com a mão passava o pau ao longo da fenda, toda molhada. Ela permanecia do mesmo jeito. Forcei um pouco o pau, e entrou apenas a cabeça. Ela não dava um sinal de vida. Forcei mais, ela era muito apertada, mas entrava porque estava super lubrificada. Entrou tudo. Meu pau agora preenchia todo o espaço. Ela se mexeu de leve, passando os braços pelas minhas costas puxando meu corpo contra o dela. Comecei lentamente o movimento de entra e sai. O pau saia brilhando e voltava indo bem ao fundo. Acelerei, e ela voltou a ficar se mexendo de novo. Que maravilha, meu tesão foi além do limite. Ambos se movimentando buscando o gozo. Ela de novo, voltou a gemer roucamente e a gritar, enquanto me auxiliava no entra e sai. O pau escorregava pelas paredes da bucetinha e entrava mesmo até o talo. Gozamos nos apertando e nos arranhando. O pau explodiu num gozo delirante. Soltei jorradas de porra. Ela de novo ficou mole. Solta. Toda entregue. Deixei o pau lá dentro. A porra saia misturada com o suco mesclado com minha saliva, escorrendo pelas coxas largonas dela. Ela de novo ficou amolecida, desmaiada. e eu joguei meu corpo ao lado, e descansamos alguns minutos. Voltei ao meu tesão. O pau endureceu novamente. Olhei para ela ...o corpo estava esticado. Toda mole. Virei-a de bruços, e fiquei admirando aquela bundona. Era enorme mesmo, mas durinha, e muito branca. Ela nem se tocava, apenas deixava parecendo dormir...sonhando. Com as mãos abri as nádegas e vi o botãozinho rosado, super apertado, dava para notar. Beijei a bundona, e mantive as nádegas separadinhas, queria ver o botãozinho. Peguei aquela mistura de porra, suco e saliva que escorria da buceta e espalhei no rego e no cuzinho. Sempre que passava pelo cuzinho eu fazia uma pressão de leve com um dos dedos. Ela piscava o botãozinho, e se arrepiava toda. Fiz este percurso algumas vezes, e cada vez a pressão que eu fazia no cuzinho era um pouco maior. Deixei o dedo pressionado contra ele, e fui entrando com ele, até que entrou todo. Fiz movimentos circulares e foi abrindo o diametro aos poucos. O dedo entrou todo. O anel foi-se afrouxando lentamente. Fiz a mesma coisa com outro dedo e depois de um tempo lá estavam dois dedos. Tudo super molhado porque de vez em quando eu pegava mais suco, e soltava no cuzinho. Tentei enfiar o terceiro dedo mas não deu mesmo. Vi o cuzinho já meio aberto e posicionei então meu pau na entradinha. Ela separou as pernas facilitando meu trabalho. E, pressionei um pouco o pau. Senti a resistencia. forcei um pouco mais. Queria tê-la dando o cuzinho mas com tesão e com o minimo de dor. Forcei de novo, e passou a cabecinha, ela forçou um pouco a bunda contra meu pau, e com isso ele escorregou um pouco mais para o fundo, e assim fomos até entrar até o talo. Ela jogou as mãos para trás, me puxando com cuidado contra seu corpo. Eu controlava a entrada e só depois de alguns minutos comecei a movimentar e bem devagar. Ela gemeu e disse que estava doendo um pouco, mas não queria que eu tirasse. Forcei aos poucos a velocidade dos movimentos e ela gemia..doia...mas gueria. Foi divino. Gozei de novo explodindo. Quando soltei a porra ela ficou estática. Forcei para soltar tudo bem no fundo. Soltei meu corpo contra o dela, sentindo aquela bundona deliciosa embaixo. Que gostoso!!. O pau amoleceu lá dentro mesmo. Não tirei e fiquei assim ainda algum tempo. Nem imagino quanto tempo. Queria curtir aquela posição. De repente o pau regugitou. Queria ficar duro de novo. E assim aos poucos ele ia voltando ficar rijo. Ela sentiu e relaxou as pernas para facilitar. O pau ainda assim, amassado naquele canal superestreito voltou a ficar todo duro. Estava saindo porra pelo rego. Comecei de novo o entra e sai, ela parada, e foi deixando. Esporrei de novo. Tirei o pau, estava muito molhado, e olhei para o cuzinho dela. Tinha um buraco enorme, todo aberto, e saia o liquido branco de porra. Ela estava toda arregaçada. O suco, e a porra que saiam da xoxota e do cuzinho misturavam-se caindo no tapete. Era muita porra e muito suco. A fofa, aos poucos se recompos, eu idem. Nunca falamos nada....mas de vez em quando ela volta para meu apartamento escondidinha e gozamos assim com um tesão imenso, sem falar nada.....só querendo gozar.
enviada por gostoso
16/08/2008 14:16
POR TRAS DE UM JOVEM EXECUTIVO TEM UMA ESPOSA DEDICADA
Agora estou com muita raiva ! Meu marido contou a piada do médico japonês que receitou um remédio que deixa toda mulher contente, dócil e obediente. E que o nome do remédio é Taron, ele disse que é o Taron de cheques e caiu na gargalhada, e foi trabalhar sem nem me dar um beijo de despedida.
Isso me deixou muito brava, tratando as mulheres como mercenárias .... ainda mais eu !!!
Se ele soubesse que só tem cargo de diretor na empresa graças a mim !!.
Fiquei tão furiosa, que para tentar me acalmar, liguei meu computador comecei a viajar pela internet e encontrei esse site onde as pessoas cotam suas experiências. Pois bem, até hoje guardei segredo, mas depois do que acabou de acontecer, quero extravasar esse segredo, para poder me acalmar e também para tranqüilizar minha consciência.
Meu marido hoje com 32 anos, é diretor de uma grande empresa e é o mais jovem diretor. Com 30 anos era gerente de divisão e respondia diretamente ao filho do dono, que o tratava com carinho especial, ele sempre me contava que o filho do manda chuva, o Dr. Andrade, com 45 anos na época e futuro sucessor do pai, sempre o defendia e o protegia e com isso eu me sentia muito grata a ele, mesmo sem o conhecê-lo.
A primeira vez que o conheci, foi no casamento da filha dele, meu marido foi o único gerente a ser convidado. Fui com um vestido que meu marido me dera no aniversário, quando fiz 30 anos, sou 4 anos mais jovem que ele. O vestido era justo da cintura para cima, realçando os seios, e o decote deixando ver o sulco entre eles, mais uma cinta larga para marcar a cinturinha e a parte de baixo até quase os joelhos, mais a meia e sapatinho, segundo meu marido eu iria ofuscar a noiva !
Tenho 1.62m e 51 Kg, como sou descendente de espanhóis, tenho o corpo típico das espanholas, magra, com bumbum arrebitado e seios grandes. Meu marido diz que quem viu uma espanhola, viu todas, pois todas são iguais, e acho que tem razão, pelo menos minha mãe, minhas tias e minhas primas são todas assim.
Na igreja, ao cumprimentar os noivos e o pai dela, ele me apresentou o Dr. Andrade, seu chefe, e notei que ele me olhou de cima a baixo. Ele é um senhor muito atraente, lindo e charmoso, parece o ator Antonio Fagundes, inclusive com aqueles cabelos grisalhos, alto.
Na festa da recepção, ele veio até nossa mesa e ficou conversando longamente conosco, mandou que parasse de chamar de Dr. Andrade e que para os amigos ele era apenas o Andrade.
Ele me convidou a ir ao escritório da empresa, para conhecer a sala do mais competente gerente, que era meu marido. Ele era adorável, simpático, bonitão, divertido. Mas me fez prometer que quando fosse, iria à sala dele tomar um cafezinho. A esposa dele ao contrário, era arrogante, devia pesar mais de 100 quilos, apesar de ter minha altura, e exibia muitas jóias caras nos dedos e no pescoço.
Um dia, meu marido estava na filial de Curitiba e me ligou pedindo que eu procurasse um relatório dentro da pasta dele e que o Dr. Andrade estava precisando urgente e não poderia esperar até o dia seguinte, pois o avião dele só chegaria a São Paulo, em Congonhas as 18H, e perguntou se eu poderia levar imediatamente até o escritório. Quando percebi o desespero dele, me ofereci para levar o documento ao escritório.
Coloquei uma saia justa preta, blusa de malha colante branca manga curta, sapatinho de salto preto, e uma linda bolsa que ganhei do meu marido. Olhei no espelho e a imagem refletida me fez sentir bem. Parecia uma executiva a caminho do serviço!
Chegando ao escritório, fui mandada direto para a sala do Dr. Andrade que já me esperava, pois meu marido já o tinha informado que eu mesma iria levar o documento. Ele apesar dos inúmeros afazeres, me dispensou toda atenção, ele era tão cavalheiro que dava a impressão de que no mundo só existia eu.
Ele me mostrou uma outra sala enorme no andar da diretoria, com uma belíssima vista da cidade, e disse que aquela sala estava vazia até que um novo diretor fosse nomeado, e que esse diretor teria carro da empresa, secretária, bom salário, etc, etc.
No momento, não sabia nem porque ele estava me contando tudo isso, que a meu ver, era assunto da empresa e que não me dizia respeito. Ele disse que estava se esforçando para que meu marido ocupasse a sala, como novo diretor, mas que a luta estava muito difícil porque havia outros pretendentes ao cargo. Na hora eu achei graça e ri, pois sabia que meu marido nunca ocuparia um cargo tão alto. Ele continuou insistindo que ele estava fazendo de tudo que ele podia para promover meu marido. Naturalmente, eu agradeci a ele, por isso. Ele disse que todos precisavam se esforçar para que esse objetivo fosse atingido, e perguntou se eu também me esforçaria para isso. Eu disse que sim, claro, era a esposa dele, e desejava o sucesso dele.
Foi aí, que ele me perguntou, até que ponto eu estava disposta a me empenhar nesse esforço, pois dependendo do meu engajamento na causa, esse sonho poderia se realizar.
Foi aí, que percebi onde ele queria chegar !!
A promoção do meu marido a diretor, tinha um preço, e o preço era eu ! E eu que achava que o Dr. Andrade fazia isso por ser um homem bondoso que reconhecia o valor do meu marido !
Ele mandou que eu sentasse na poltrona que poderia ser do meu marido, na sala fechada, só eu e ele. Ele segurou a minha mão e perguntou, novamente, você faria tudo o que fosse necessário para a promoção dele ? Fiquei vermelha, nervosa, decepcionada, brava, enfim, fiquei meia perdida. Ele começou a enumerar as vantagens que meu marido teria como diretor, e que eu não deveria ter remorsos porque eu estava no fundo fazendo isso para o sucesso do marido, e que isso era uma prova de amor. Minha reação, era sair correndo, mas ele era persuasivo, falando que no mundo dos negócios é assim que as coisas são, e que dependendo da minha reação, ao invés de ser promovido, meu marido poderia ter muitas dificuldades, e que tudo só dependia de mim.
Eu disse que namorava meu marido desde muito nova, e que até hoje, ele foi o único homem que conheci, e que sempre fui uma mulher fiel. Ele, muito sábio, disse que isso não seria traição, pois todos estavam unidos no esforço para promover meu marido, ele estava lutando também dentro da empresa e eu também estaria fazendo a parte de esposa dedicada.
Quando perguntei o que ele pretendia de mim, ele como dirigente de grande empresa, foi direto : Nós vamos agora num motel, podemos almoçar lá mesmo, e a tarde você já volta para sua casa, com o sentimento de ter batalhado pelo sucesso do marido. Depois de muito pensar, de pesar os prós e o contra, depois de imaginar a alegria do meu marido sentado naquela sala com secretária, com carro da empresa, eu disse que eu iria tentar, mas que caso não conseguisse me relaxar que ele não forçasse e se eu desistir de fazer algo, no motel, que ele prometesse não perseguir meu marido, esquecesse o assunto. E que seria apenas uma única vez, apenas naquela tarde e nunca mais, depois disso deveríamos esquecer e termos um relacionamento normal como se nada tivesse ocorrido, principalmente para meu marido não desconfiasse de nada. Ele aceitou todas minhas condições e mandou que eu o esperasse no subsolo, até ele desse instruções para a secretaria, pois diria que ia almoçar com um cliente.
Fui pelo elevador direto para o sub-solo, por sorte, não tinha ninguém, e fiquei escondida num cantinho, pois dava a impressão que se alguém visse, já saberia que eu estava a caminho do motel com o chefe do meu marido.
Logo ele chegou e saímos no carrão importado dele, com vidros escurecidos, graças a Deus. Eu ia tremendo de nervosismo, até que ele entrou no motel, eu relutei na hora de entregar meus documentos na portaria, ele pediu a melhor suíte, entrou na garagem da suíte e a porta se fechou automaticamente assim que o carro entrou.
Com todo cavalheirismo, ele abriu minha porta, e me conduziu para o quarto, eu tremendo com uma vara verde, era a primeira vez que estava com um homem diferente do meu marido em um motel. Ele foi muito carinhoso, não veio me atacando, com toda gentileza, pediu duas garrafas de champagne, queijos, e ficamos tomando sentados um na frente do outro na mesinha do terraço junto a piscina com água aquecida, saboreando a deliciosa champagne. Com estomago vazio e champagne, logo fui ficando alta, até que ele convidou para irmos tomar uma sauna, que fazia bem para a saúde. Logo ele entrou no banheiro e saiu com uma apenas uma toalha enrolada na cintura, e ficou olhando para mim, ele alto, bonitão com uma toalha enrolada na cintura. Tomei coragem fui ao banheiro, me despi, toda trêmula, e me enrolei numa toalha cobrindo dos seios até o meio das coxas.
Saí tremula, e ele me conduziu à sauna e ficamos sentados um ao lado do outro, num estrado de madeira, e com o vapor começando a encher o ambiente. Logo, havia tanto vapor, que até a respiração já se tornava um ato forçado, os azulejos ficaram todos úmidos e começava a gotejar, nossos cabelos também todo úmido, nossas mãos, rosto todo úmidos e pingando, o calor foi ficando insuportável, ele continuava me animando me fazendo sentir como se fosse a coisa mais natural. Eu me sentia bem porque até aquele momento, ele não tentou em nenhum momento me agarrar, apenas ficava falando junto ao meu ouvido, me deixando arrepiada, afinal ele é lindo e forte.
Na sauna, tinha um registro no alto da parede, ele perguntou se eu conseguiria pegar o registro e girar para entrar um pouco de ar fresco na sauna, eu disse que não daria pois o registro ficava a uns 2,50m justamente para ninguém mexer, mas ele disse que deveríamos girar um pouco para tornar o ar mais fresco. E sugeriu de eu subir nas costas dele, como as crianças que ficam no ombro dos pais para enxergar melhor, e que ele ficaria em pé comigo sobre os seus ombros, eu iria alcançar. Como estávamos altos devido champagne, levando tudo como uma brincadeira, aceitei rindo, e subi nas costas dele, passando cada coxa ao lado da bochecha dele. Mas para eu poder sentar no ombro dele, tive de puxar a toalha para cima para deixar minhas pernas e coxas livres, não liguei porque ele estava de costas, e não via nada, mas quando sentei nas costas dele, ele sentiu meu bumbum nas costas, as coxas em cada lado do pescoço, e para me segurar, ele passou cada mão sobre cada coxa.
Ele se levantou devagar, eu comecei a ficar excitada, afinal minha vagina estava esfregando na parte traseira do pescoço, dele. Tentei segurar e girar o registro mas não consegui, nessa tentativa, a toalha dele caiu e vi o tamanho da excitação dele, enorme, rígido ! Meus líquidos vaginais começaram a escorrer, eu sentia ficar cada vez mais lisa a superfície entre minha vagina e o pescoço dele. Quando tentava girar o registro, minha toalha também caiu, e já nem liguei mais para o fato de estar toda nua, sentada nas costas do chefe do meu marido, nem de ele mostrar uma ereção descomunal, o clima era de desejo, de excitação, de tesão. Eu esqueci que nunca ficara nua com outro homem, nem que era casada, nem que jurara fidelidade no altar, nada disso. Ele me girou para frente dele, de modo que minha vagina se encaixou no pomo de adão dele, e começou a me descer, segurando minhas nádegas, uma em cada mão. Quando meus seios passaram pela sua boca primeiro falou que peitão lindo que você tem, parece uma mamão dos grandes e firmes, vou chupar cada um deles como um bebezinho e eu quase gritava dizendo chupa, chupa, me mata de tesão, ele os abocanhou e ficou mamando longamente cada um dos seios, chupando e mordiscando os mamilos, passando a língua, e eu não conseguia conter os gemidos, eu continuava a me molhar tanto que sentia pingar no chão, pois estava com as coxas abertas ao Maximo, a vagina arregaçada.
Depois quando ele começou a me descer mais, eu abracei o corpo dele com minhas pernas, entrelacei minhas pernas nas costas dele e as mãos no pescoço dele, e ia soltando de pouco a pouco a medida que ele me abaixava, até que aconteceu o inevitável, o pênis dele começou a roçar minha vagina, eu gemia toda vez que o pênis dele pincelava todo rasgo da vagina, do clitóris até o anus. Ele olhou para mim, e perguntou, posso te foder ?, eu assenti com a cabeça. Ele disse então pede para eu te comer Eu disse, você quer me matar de tesão, seu malvado, por favor me come, me fode, me fode toda, ele continuou, dizendo que eu tinha que pedir para meter o pau, e eu disse, por favor, me fode com esse seu pauzão, me come, me fode por favor, não estou agüentando de tesão.
Ele com as mãos, encaixou a cabeça do pênis na minha vagina e começou a penetrar lentamente. Nem pensei no fato de estar sem camisinha, nem no fato de aquele ser o primeiro pênis estranho que minha vagina abrigava, só sentia o quanto ele era bem dotado, ia me abrindo toda centímetro a centímetro, bem lentamente, de modo bem carinhoso enquanto ele me beijava e nossas línguas se encontravam.
Senti a cabeça do pênis tocar meu útero, coisa que nunca senti com meu marido. Ele dizia, puta merda, que delicia de buceta que você tem, apertadinha, quente, molhada, lisinha e mordendo meu cacete. O pênis do Andrade era mais grosso e muito mais comprido que do meu marido e eu sentia isso, nunca me senti tão preenchida. Quando entrou tudo, ele com as mãos fortes me suspendia para que o pênis fosse saindo pouco a pouco e depois enterrava tudo outra vez. Na quarta ou quinta vez que seu pênis invadiu minha vagina, não agüentei e gozei aos gritos, nunca senti tanto tesão na vida. Comecei a estremecer e a gemer, e ele não agüentou e ejaculou dentro, bem no útero, gritando puta que o pariu, não agüento mais,vou gozar na sua bucetinha, toma meu leitinho, toma, senti um jato forte, quente e prolongado em várias golfadas.
Minha vagina pela primeira vez na vida, estava conhecendo um esperma diferente do meu marido.
Ele se sentou no estrado de madeira, e eu continuava sentada de frente, com o pênis dentro, pois ao contrario do meu marido que o pênis saía da vagina ao ejacular ao ficar flácido, o do Andrade, mesmo flácido, devido comprimento, continuava dentro de minha vagina, eu sentia ele dentro, me causando uma sensação indescritível de prazer.
Ficamos conversando longamente sempre com o pênis dele dentro de mim, até que ele depois de um tempo, ele ficou com o pênis ereto, que cresceu dentro de mim e o meu tesão também aumentou com isso. Ele sempre me segurando forte e com o pênis entalado na minha vagina, me levou até a cama, onde me deitou com todo carinho, e começou a me possuir na posição clássica. Continuava me elogiando, dizendo você é linda, tesuda, que peitão, que delícia de buceta, meu amor, nunca vi uma mulher mais perfeita, você me matava de tesão desde que a vi pela primeira vez, sempre sonhei em te comer, já imaginava como era o seu peito pelo decote do vestido daquele dia, nunca imaginei que tivesse uma bucetinha apertada, quente, molhadinha assim Novamente, após um longo vai e vem, onde cheguei a ter alguns orgasmos me estremecendo e gritando, ele também, fez uma careta, e disse caralho, não agüento mais, vou gozar de novo, toma leitinho e lançou jatos de esperma dentro da minha vagina. Depois disso me colocou sobre ele, sempre com o pênis dentro da minha vagina, ficamos conversando e quando ele se excitava me possuía, nem sei quantas vezes isso durou. Só sei que saímos do motel um pouco antes do avião do meu marido chegar em SP. Por telefone ele me disse que estava num taxi e que em 15 minutos já estaria em casa, eu atendi dentro do carro do Andrade, em frente ao meu prédio, pois como estava chovendo estava esperando diminuir a chuva.
O Andrade fez mil elogios, disse que eu era uma esposa perfeita, a mais linda mulher que ele conheceu, e que eu cumpri minha parte e ele iria cumprir a dele. Eu estava preocupada com a chegada do meu marido e queria descer logo, e ao me inclinar para ele para dar um beijinho de despedida, ele me puxou me abraçou forte, me deu um beijo na boca, com a língua entrando na minha boca, acabei correspondendo, afinal ele é um homem lindo, charmoso, senti ele levantando minha blusa, tirando meus seios do soutien com as mãos, eu lutava, preocupada, mas devido a chuva não tinha transeunte e com os vidros escuros, nada se via de fora, ele acabou tirando meus seios, e passou a chupá-los lambendo deliciosamente cada mamilo, até que eu recobrei a sensatez, me recompus e como a chuva tinha diminuído, corri para dentro. Foi só eu chegar em casa, tirar os sapatos e colocar um chinelo, e meu marido já chegou. Estremeci ao perceber o quanto eu arrisquei. Ele me abraçou, me beijou, fiquei até com medo de ter gosto diferente na boca. Meu marido me pediu desculpas por ter pedido para levar o documento. Se ele soubesse ....
Meu marido me puxou para tomarmos um banho junto, não tive como recusar, ao me despir, percebi que meus seios apresentavam vermelhidão onde ele ficou chupado, tinha marcas das mãos quase imperceptíveis mas eu notava, e por isso ficava de costas encostada nele para não ter perigo de ele ver. Quando ele me possuiu, fiquei temerosa de ele perceber que minha vagina estivesse mais aberta, mas pelo visto ele não percebeu nada, graças a Deus.
No dia seguinte meu marido me ligou todo eufórico, dizendo sobre ter sido promovido e que a noite iríamos comemorar num restaurante, com isso meu peso na consciência diminuiu.
Prezado Senhor :
Neste momento de fúria, com instinto vingativo que me domina, autorizo o Sr. a publicar este desabafo meu. Só peço que me escrevam pelo e-mail : Maria_cristina_toledo@ hotmail.com
Informando quando for publicado, para eu poder ler. Vou enviar agora, antes que me arrependa e delete.
São Paulo, 21 de julho de 2008
enviada por gostoso
10/03/2008 11:27
Os fatos que passo a relatar ocorreram durante o carnaval de 2003. Até agora não tive coragem de contá-los a ninguém, exceto ao meu analista. Entretanto, em vista da possibilidade de permanecer incógnita, resolvi narrá-los nesta página. Os nomes e os locais, evidentemente que são fictícios para que não haja perigo de ser identificada. As pessoas que participaram, entretanto, se lerem enste relato, saberão de que se trata. Inicialmente preciso dizer que me chamo Sandra, sou advogada e trabalho em meio período numa empresa de consultoria. Me considero uma mulher normal, nem baixa, nem alta, sou ruiva com algumas sardas no colo, magra, 1,69 m., seios médios bem empinados e bumbum não muito grande mas arrebitado. Apesar de meus 32 anos, meu corpo está em perfeita forma em razão da malhação quase diária na academia. Sou casada com Paulo, um loiro de 1,75 m. de altura, 73 kg, e quarenta anos. Paulo, apesar do pouco tempo de que dispõe, também cuida de seu corpo, de maneira que formamos um casal bonito e muito elogiado. Paulo é executivo de uma empresa de sementes de pastagens e levamos uma vida razoávelmente confortável. Para o carnaval deste ano (2003), o patrão de paulo nos convidou e aos demais executivos da empresa dele, para ficar em sua casa de praia que alugara em Guarujá (SP). Por insistência de Paulo acabei topando e fomos no sábado. Chegamos por volta das 15:30h. e lá já estavam diversos colegas de Paulo, alguns com esposas ou namoradas, outros sós, cerca de 15 pessoas, incluindo o patrão de Paulo e sua esposa. A casa era maravilhosa, com a frente voltada para o mar, a praia ficava a uns 50 metros da casa que tinha quatro quartos, três salas, uma imensa varanda, chrrasqueira e uma piscina espetacular, tudo decorado com extremo bom gosto. Chegando descemos as malas que ficaram na primeira sala mesmo, fui apresentada a todos (parece que Paulo já conhecia todo o mundo), conversamos um pouco e fomos tomar um banho de praia. Na volta, após uma ducha na beira da piscina, ficamos em volta da churrasqueira onde o patrão de Paulo assava uma carne, todo mundo por ali, tomando uisque, ouvindo música e conversando, entabulei uma conversa agradável com a esposa do Márcio que também era advogada. O Paulo conversava com seus colegas e, neste ritmo o churrasco ia sendo servido. Terminado o churrasco, continuamos conversando, e, quando me dei conta era quase meia noite, algumas pessoas já tinham saído, inclusive Paulo. Completamente grogue por causa do uísque, entrei na casa e fui procurar por Paulo, achei-o deitado na sala de televisão em uns corchonetes jogados ali. Deitei-me ao lado dele, abracei-o e, em seguida dormi sob efeito do álcool. De madrugada senti uma mão passando pelos meus quadris e coxas e um volume encostado em minha bundinha. A mão subia até meus quadris, descia até as coxas, voltava pela bunda ou pela frente das coxas, alisava minha barriga e aquele volume ali, persistente, levemente enconstado no meu bumbum. Sonolenta, sem ter acodado, pensei que fosse o Paulo, ele sempre fazia isso, fiquei quieta sentindo aquela mão e aquela pressãozinha gostosa no bumbum, a mão ficou mais atrevida e já acariciava minha bocetinha por cima do biquini, o tesão foi crescendo e abri levemente as coxas para facilitar o trabalho da mão que, por sua vez, entrou por dentro do biquini e já alisava meu clitóris. Não resistindo mais, joguei meus quadris e bumbum para trás, para sentir melhor a pressão na bunda. Nesse movimento encaixei meu corpo no outro por completo e levei o maior susto da minha vida. O homem que estava ali não era o Paulo. Suas coxas e sua barriga eram peludas, o Paulo é lisinho, quase sem pelos, suas coxas eram sensivelmente mais grossas que as do Paulo e o volume de seu cacete, agora já colado na minha bunda também era bem maior. Acabei de acordar com o susto, abri os olhos e vi o Paulo, bem ali na minha frente, deitado de costas para mim e dormindo a sono solto. Paralisada com a situação, o coração querendo sair pela garganta, meu primeiro impulso foi gritar. Reprimi esse impulso com medo de acordar todo o mundo e causar um tumulto, fiquei assim, apatetada, sem saber o que fazer. Equanto isso a mão do homem que me acariciava já estava totalmente dentro do meu biquini, com um dedo já enfiado na minha boceta e seu pau encaixado no rego da minha bunda. Junto com o medo e o desespero, senti um tesão louco, como nunca havia sentido. Resolvi fazer de conta que continuava dormindo e ver no que dava. Ele começou a beijar minhas costas, enquanto a mão soltava os lacinhos do meu biquini e o retirava por completo, em seguida tirou sua sunga e encostou seu pau na minha bunda. Com a mão ele afastou minhas coxas mais um pouco, eu não facilitei nem impedi o movimento, depois colocou o pau entre elas. Eu procurava medir aquele pau. Sentia que ele era bem maior e mais grosso que o pau do Paulo (15X6,5, eu mesma já medi). Aquele pauzão estava ali, na entradinha da minha boceta que, a esta altura, já estava toda melada, foi forçando, forçando até entrar a cabeça e mais um pouco. Aquilo me deixou completamente louca. Virei-me de bruços puxando meu amante desconhecido para cima de minha bunda e ele veio. Mordia minha nuca, acariciava meus seios e estocava aquele pauzão maravilhoso na minha bocetinha agora totalmente arrebitada para trás e para cima. Não sei quantas vezes eu gozei. Mordia a fronha do travesseiro para não gemer, até que ele, num espasmo mais forte, gozou enchendo minha bocetinha de porra. Depois ele se levantou e saiu. Esperei mais um pouco, também me levantei e fui ao banheiro, tomei um banho e voltei. Olhava o Paulo ali dormindo e não acrdeditava no que tinha feito, traíra meu marido com um desconhecido, bem ali, ao lado dele. Fiquei ali, com um turbilhão de sentimentos loucos me consumindo, só consegui conciliar o sono quando o dia já estava claro. Acordei por volta das 9:00h., o Paulo já tinha se levantado. Levantei e fui tomar café, o Paulo estava ali, abracei-o e beijei-o, ele retribuiu normalmente. Graças a Deus não percebeu nada, pensei eu aliviada. Depois do café fomos para a praia e lá estavam quase todos. Me deitei em uma esteira e fiquei olhando os homens que jogavam uma pelada bem ali na minha frente. Fiquei imaginando qual deles seria e, quando dei por mim, estava medindo com os olhos aquelas coxas, barrigas e
volumes sob a sunga para tentar descobrir meu amante desconhecido. Entretanto, pelos menos Três se encaixavam naquele perfil. Beto, um moreno claro com mais ou menos um metro e oitenta, Márcio, o marido da advogada com quem conversara na noite anterior, um branco, mais baixo mas totalmente peludo e Flávio, que tinham me apresentado como gerente de operações. Todos eles tinham uma compleição física que podia se encaixar na descrição do meu amante. Passei a observar o volume de suas sungas mas não cheguei a qualquer conclusão. Na hora do almoço, passei a observá-los, para tentar descobrir meu amantede outra forma, conversei com eles, mas todos eles me tratavam com a maior naturalidade, comecei a imaginar se não seria outro, porém nenhum dos outros homens na casa se encaixava naquele perfil. Aquilo tudo foi me deixando mais curiosa e determinada a descobrir quem era ele. À noite, novamente na roda do churrasco, peguei um copo de uisque para mim e outro para o Paulo, bebericava o meu e servia copiosamente o paulo com uísque e gelo. Ele estava num papo animado com a esposa do patrão. Falavam sobre o pantanal matogrossense, amazônia e outras viagens que já tinham feito e eu ali, só enchendo o copo dele de uisque. Meus três possíveis amantes estavam acordados e conversando entre si, passei a perceber que o Beto eventualmente olhava para nosso lado, mas não dava qualquer sinal que pudesse denuncia-lo. Lá pela meia noite o Paulo, completamente embriagado, foi deitar-se e eu, logo em seguida também fui. Deitei ao lado dele e fiquei esperando. Cerca de meia hora depois senti a mão nas minhas ancas e alguém se deitando a meu lado. Fiquei imóvel e esperei mais um pouco, logo a mão ficou mais atrevida e já entrava em meu biquini. Depois de uns cinco minutos dessa bolinação levei a mão para trás para agarrar aquele mastro que me comera tão gostosamente na noite anterior. Levei outro susto imenso. Não se tratava do mesmo pau. Embora por cima da sunga, pude senti-lo completamente duro mas era um pau normal, igual ao do Paulo. Fiquei novamente paralisada com a situação, mas não pude fazer nada. Eu estava ali, tinha deixado ele me bolinar, estava segurando aquele pau desconhecido, não havia nada que pudesse fazer. Por outro lado, o inesperado da situação me deixou outra vez com um tesão enorme e comecei a acariciar aquele pau, primeiro por cima da sunga, depois me virei e fiz um movimento para retirar a sunga, ele ajudou e com a sunga totalmente retirada puxei-a e enfiei-a debaixo do meu travesseiro sem que ele percebesse. Enquanto isso ele foi soltando meu biquini que, desta vez não tinha lacinhos, ajudei-o e me abaixei, fiqui de quatro e comecei a beijar aquele pauzinho, chpa-lo e medi-lo com a boca e a língua, era igualzinho ao do Paulo, sem tirar nem por, só que num corpo peludo. Estava nesse movimento de chpar aquele pau quando fui, subitamente encoxada por outro homem. Nada me assombrava mais, já estava totalmente enlouquecida de tesão. Aquele homem, ainda de sunga esfregava seu volume na minha bunda, se abaixou e começou a me chupar por trás, depois veio, já com o pau prá fora e foi introduzindo na minha boceta. Na hora tive certeza que era meu pau da noite anterior. Aquela cabeçona entrando na minha chaninha apertada não deixava dúvidas. Parei de chupar o pauzinho, me virei e caí de boca naquela piroca. Acabei de tirar sua sunga e, sem que percebesse, coloquei junto com a outra, debaixo do travesseiro. Abocanhei aquele mastro de novo e ele etrava em minha boca com dificuldade, consegui engolir toda a cabeça e acariciava o tronco e as bolas, passei a correr a lingua por ele e a me deliciar com aquele pauzão, enquanto isso, o do pauzinho me estocava por trás, entrava completamente na minha boceta e voltava. Ondas subiam e desciam pelo meu corpo, me imaginava sendo comida pelo Paulo e chupando aquele cacetão. Tinha orgasmos sucessivos. Quando senti que o que me comia ia gozar, parei, me virei e ofereci minha bocetinha encharcada para meu amante original que não se fez de rogado, encostou a cabeça na porta da bocetinha e começou a me penetrar, devagar, como na noite anterior. Eu senti aquela cabeçorra entrando e alargando as paredes da minha boceta. Quando aquele pauzão entrou todo, tocava o colo do meu útero. Baixei as pernas, ficando só com a bundinha empinada para não me machucar. Enquanto meu amante original me comia gostoso passei a chupar o novato que, com pouco tempo, gozou abundantemente na minha boca, engoli toda aquela porra e, depois, me virei, puz meu macho de barriga para cima e fu cavalgar aquele monumento. Sentia o caralho entrando e saindo de minha boceta que o apertava com força por não estar acostumada a um pauzão daquela grossura. Meu macho se sentou num movimento brusco, veio por cima de mim e, sem sair de dentro da minha bocetinha, passou a bomba-la furiosamente até que gozou num espasmo louco, novamente me enchendo de porra. Ele ficou um momento quieto e depois se levantou, junto com o novato, procuravam suas sungas. Eu fiquei deitada, desfalecida de prazer. Eles procuraram um pouco, não acharam e foram embora. Me levantei então, peguei meu biquini e as duas sungas, fui ao banheiro me lavar e
identificar as sungas. Eram de Beto e Flávio, pude ver logo pelas cores, verde e vinho, não tive dúvida nenhuma, vesti meu biquini e voltei a me deitar com o Paulo que, como sempre, continuava dormindo. Sabia agora quem tinha me comido mas continuava não sabendo quem era o dono daquele mastro da primeira noite. Seria o Beto ou seria o Flávio? Nada mais rolou no carnaval, voltamos embora e eu continuo sem saber todo o mistério. Acho que vou ter de dar prá eles de novo, um por vez, para encontrar o pau que mais prazer me deu em toda minha vida.
enviada por gostoso
06/03/2008 15:41
Esse fato aconteceu ha 2 anos, e alguns detalhes pessoais serao alterados p nao expor ninguem.. Eu moro em Goiania-GO, tenho 32 anos,bem relacionado, malho e me cuido muito. Na epoca do relato, resolvi fazer um clareamento dental e procurei minha dentista, a qual sou paciente ha 10 anos, e ela me informou que nao era especialista nisso mas que ia me indicar uma colega que era especialista em estetica e muito boa profissionalmente.
Marquei uma consulta por telefone no consultório , e chegando lá , tive a grata surpresa de ser atendido por uma bela dentista,novinha, aparentava uns vinte e poucos anos, ela se chamava Márcia (ficticio) e era morena de cintura fina bumbum arrebitado e seios médios , além de um sorriso encantador.
As primeiras consultas não teve nada de mais, ela sempre ia trabalhar de roupa branca, e durante o tratamento ficávamos conversando, e foi numa dessas conversas que ela me disse que minha dentista falava muito bem de mim e fazia muitos elogios a meu respeito. Eu logo perguntei o q ela falava de mim, e Marcia apenas deu um sorriso meio sem graca e meio sacana,e desconversou, mudando de assunto e dizendo que estava precisando malhar, pois ultimamente tava muito sem tempo, e que seu corpo estava ficando muito mole e deu uma risadinha... e eu brinquei e disse "deixa eu ver" e dei uma pegadinha na barriguinha dela e dei uma risada pra descontrair, e disse; "ta igual a minha" e peguei sua mao e levei ate minha barriga e fiz ela dar uma acariciada, e ela disse; "hummmmmmmm... quem dera eu tivesse uma barriga dessa" eu não perdendo tempo disse que apesar de nao ver as pernas dela, pois a mesma só usava calça, achava não só as pernas dela bonita ,mas como também, com todo respeito, o seu bumbum.
Ela começou a rir, dizendo que eu estava chutando pois nunca a tinha visto sem ser de calça, mas que na minha próxima consulta ela traria uma foto dela e gostaria que eu desse minha opinião sincera.
Após uma semana eu estava lá de novo, agora já não me importando para o tratamento,mas com segunda intenções. Quando entrei na sala , deitei na cadeira e antes de começar o tratamento ela disse: Como prometido vou te mostrar a minha foto, mas seja sincero, eu disse :ok! Quando eu vi a foto, fiquei louco, era ela de biquíni na praia, mas o mais interessante um biquíni fio dental lindo bem pequenininho dentro daquela bunda maravilhosa, ela disse: E, aí gostou? Eu disse: Com toda sinceridade você é muito gostosa ,ai arrisquei o tudo ou nada e disse; " desse jeito olha como vc me deixa", e mostrei o meu pau já duro dentro do meu short, ela disse: Você é louco a secretária está aí fora, aí eu disse: "Culpa sua , faça alguma coisa", ai veio a minha surpresa, ela tirou o meu pau para fora e começou a punheta-lo bem devagarzinho e tirou a máscara protetora do seu rosto, apreciou-o e soltou; "hummmmmm" e abaixou em direção ao meu pau e deu um beijo bem na cabecinha , e só , pôs a máscara novamente e disse que iria começar o tratamento. Eu fiquei puto, disse que não agüentaria, mas ela disse que iria marcar uma consulta no sábado , perto do meio dia, pois assim a secretária iria embora e ficaria apenas eu e ela na clinica .
Ela só conseguiu vaga para quinze dias, foi uma tortura para mim, bati várias punhetas pensando na minha dentista e quando o dia chegou , estava lá com um short bem pequeno e cheio de tesão, perto do meu horário ela saiu da sala e disse para secretária ir embora pois O meu tratamento ia demorar e iria atrasá-la, a secretária saiu e ela me chamou com um sorriso maroto, para minha surpresa por debaixo do avental ela estava de saia bem curtinha e uma blusa de botões na frente , ela fechou de chave a sala e pediu para eu sentar e iniciar o tratamento, sendo que não obedeci , quando ela fechou a porta eu a agarrei e comecei a beijar aquela com muita força, nossas línguas iam bem fundo nas nossa bocas, com uma mão já alisava por debaixo da sua saia sua xoxota, que estava coberta por uma micro-calcinha , colocava minha outra mão na sua bundinha , já procurando o seu cuzinho, ela ofegava dizendo que eu era louco, mas que me queria muito, ela começou a apertar o meu pau e aos poucos ia colocando ele para fora , ela se ajoelhou e começou uma chupada maravilhosa, no início só na cabeça, depois por todo comprimento do meu pau e depois sugando as minhas bolas , deixando meu pau todo molhado, as vezes, ela colocava só a metade dele na boca e ficava me punhetando , fazendo quase eu gozar, ora ela colocava todo meu pau na boca, , deixando de fora só as bolas, quando tirava da boca ela ficava ofegante me deixando louco. Ela gostava de bater com o meu pau na sua boca e cara ,dizia que se soubesse que eu tinha um pau tão gostoso , já teria me chupado antes.
Eu que não queria gozar ali, pedi para ela tirar a saia e ficar de quatro na cadeira do dentista, o que ela fez e tive a maior visão da minha vida: Miha dentista de quatro , com um calcinha bem pequenininha enfiada no rabo , deixando à mostra sua marquinha de biquíni, comecei a beijar toda a sua bunda, devagar, afastei a calcinha de lado e comecei a chupar aquela bucetinha cheirosa, toda depiladinha, passando a língua no seu clitóris , ela gritava feito louca, dizendo : chupa a bucetinha da sua dentista, chupa gostoso, eu não tinha pressa chupava com calma , explora cada poro daquela bunda, quando a bucetinha estava toda encharcada começei a colocar o meu dedinho no seu cuzinho , ela não aquentou e pediu para ser fodida, mas eu achava que não era o momento, e comecei a acelerar os movimentos no seu cuzinho e ao mesmo tempo tinha um dedo dentro da sua boceta e minha língua mo seu grelinho, ela me chamava de cachorro ,puto, garanhão e começou a tremer as suas pernas , a cachorra disse: Tô gozando, me fode porrrraaaa... E eu acelerei os movimentos com a lingua, ate que senti ela explodir na minha boca.
Tirei o meu dedo da sua boceta e coloquei o meu pau , com toda força numa só estocada, Ela gemia alto, pedindo para eu foder forte, eu continuava com o meu dedo no seu cuzinho, botando e tirando , quando ela pediu para eu acelerar os movimentos , a putinha começou a gozar novamente,eu nao acreditava no tesao daquela mulher com jeito de menina,que acabava de gozar na minha boca e ja estava gozando de novo no meu pau. Eu não perdi a oportunidade e tirei o meu dedo do seu cuzinho, agora relaxado, e coloquei o meu pau, ela gritou dizendo :nao nao nao, no cuzinho nao, por favor, doi" e eu sem dar ouvidos, devido ao tesao que eu tava, comecei a enfiar, e ela por estar molinha de tanto gozar nao esbocou reaçao, e simplesmente arrebitou a bunda e rebolava devagar enquanto eu ia enfiando devagar e com carinho naquela bundinha maravilhosa, ate que ao entrar tudo comecei um vai e vem, e ela ja gostando da situaçao gritava; " Fode o cu da sua dentista, fode bem gostoso, me faz gozar de novo Aquelas palavras me deixavam loucos e comecei a foder com tanta força, que as minha bolas doíam com as estocadas , mas eu não ligava para isso, eu queria mesmo era comer aquele cu, depois de uns dez minutos a cachorra começou a bater uma siririsa nela e gozou pela terceira vez, e disse: Agora está na hora , de você me dar o seu leitinho, ela saiu da cadeira ficou de joelho e começou a me chupar , como antes, colocando o meu pau todo em sua boca . e às vezes, tirava ficava punhetando e dizendo: Goza pra sua dentista, goza na minha boca vai!!!, eu estava quase explodindo, ela começou a chupar a cabeça e punhetava o resto quendo eu disse: Vou gozar , ela tirou o pau da boca e continuou punhetando-o e colocou a língua para fora e disse: Goza ,vai, na minha boquinha Gozei jatos fortes, na sua boca , a danada direcionou o meu pau bem direitinho para a sua boca, os primeiros jatos caíram na sua língua e o resto na sua boca e rosto, a safada voltou a chupar o meu pau todo melado, deixando-o bem limpinho e pegando a porra do seus lábios e rosto e colocando na boca , dizendo que era bom para a saúde.
Depois , dessa trepada , ela mudou de clínica e nunca mais a vi.
enviada por gostoso
05/03/2008 15:11
PRECISO DE NOVAS COLABORAÇÕES DE FOTOS.
ENVIE AS FOTOS DE SUAS ESPOSAS, NAMORADAS, AMANTES,ETC. PODEM SER TBM DO CASAL TRASANDO.COLABOREM COM ESTE BLOG. ENVIEM SUAS COLABORAÇÕES PARA:
ronymathias@ibest.com.br
enviada por gostoso
05/03/2008 15:07
Tenho mais de 30 anos, altura média e peso médio também...
Sou casado com uma magrelinha gostosíssima que me satisfaz plenamente, mas o que vou contar é o verdadeiro início da minha vida sexual.
Tinha 16 anos, já era um rapaz formado, tinha mais ou menos o mesmo corpo que tenho hoje, e, como minha família estava numa fase muito difícil de dinheiro, por decorrência disso tive que trabalhar com um tio, irmão da minha mãe, proprietário de uma fabriqueta, num bairro distante de onde eu morava, eu morava próximo do Jaguaré e tive que trabalhar em São Mateus, tive que sair da zona oeste de São Paulo pra passar a viver no extremo leste...
E como seria trabalhoso pra mim, durante o período escolar tinha que morar na casa deles mesmo...
De início até achei o serviço legalzinho e ainda dava pra faturar uma grana, pessoal da fábrica era muito legal, só que várias vezes por semana eles se juntavam pra beber e, liderados pelo meu tio, bebiam até altas horas, de vez em quando eu voltava da escola e ele ainda não havia chegado, depois, quando chegava, geralmente o casal ia dar uma trepadinha e eu sempre ouvia, aquilo mexia bastante comigo e minha tia era uma mulher bem interessante, magrinha, baixinha, bundudinha e com um rosto bem bonito e acabou virando minha inspiração pra minhas punhetas, só conseguia descarregar meu tesão com as trepadas semanais furrecas que dava com uma namoradinha que tinha perto da minha casa no Jaguaré!!!!
Numa época de férias escolares, deixei o pessoal tomando as cachaças habituais e fui pra casa.
Tomei meu banho, coloquei meu short e fui assistir TV junto com minha tia...
Aquele dia a tia tava muito gostosa, já não conseguia disfarçar minha cara de tarado quando a via, ela tava com uma camiseta branca, sem sutiã, shortinho branco apertadinho, com uma marca de tanguinha bem minúscula... E estava particularmente interrogativa naquele dia, queria saber se eu tinha arrumado uma namorada por ali, como eu fazia pra me virar, etc.
Respondi monossilabicamente e timidamente de cabeça baixa a todas as perguntas, eu era um cara bastante tímido mesmo e a possibilidade de trair minha namoradinha do Jaguaré era improvável...
Quando ela me disse:
- Mas que menino bobinho... Fidelidade é besteira.
Tomei um susto, levantei os olhos e tomei outro susto...
Ela estava sentava no sofá, com as pernas dobradas e com os braços em volta das pernas... O short ficava dividindo a bucetinha em duas!
Aquela visão mais me excitou que assustou e, ainda não acreditando, disse:
- O tio não ia gostar de ouvir isso sobre fidelidade não...
Ela retrucou:
- Você acha que é fácil aguentar aquele bafo de cachaça todo dia? Sinto que tô perdendo tempo... Você não me acha bonita?
De imediato respondi:
Claro que acho...
Então ela trouxe o sofá mais pra perto de mim, ficou quase à minha frente fechando a visão da TV e sentou-se na mesma posição que estava... E continuou com suas perguntas... Nem lembro direito o que ela falava, não enxergava mais nada que não fosse aquela rachinha na minha cara...
Não resisti e dirigi minha mão pro meio das pernas dela, ela não titubeou e me beijou a boca, agarrou meu pau, massageava, mordia meus lábios e ia tirando meu short devagarinho...
Me refiz do susto em que me encontrava e passei a boliná-la também, tirei-lhe a camiseta e mamei naqueles peitinhos, dei mordidas na barriguinha, arranquei o short, que teimava em descer junto com a tanguinha, mas consegui tirar somente o shortinho, afastei-a um pouco, peguei-a pela mão, a fiz girar devagarinho e a vi só com aquela tanguinha branca minúscula, o que só fazia realçar toda aquela gostosura...
Comecei a lambê-la todinha, dos peitos até a virilha, cheirei a bucetinha por cima da tanguinha, virei-a de costas e lambi toda aquela bundinha linda, afastei a calcinha de lado e babei toda a bunda da mulher, dei várias linguadas na buceta e quando me preparava pra enfiar o pau naquela bucetinha ela me pediu pra esperar...
Deitou-me de costas na cama e começou a me lamber boca, os lábios, parou bastante no meu peito, lambia e mordiscava cada um dos meus bicos, e desceu até o pau....
Que boquete!!!! A mulher engolia o pau quase inteiro, lambia as bolas, colocava-as na boca e ficava me punhetando...
Já não tava quase aguentando mais, quando pedi para fodê-la...
Ela deitou-se, eu encaixei meu pau na entrada da boceta, empurrei devagar e comecei a entrar e sair, tentei colocar um dedo no seu cuzinho, mas ela não deixou, aquilo seria algo completamente novo pra mim, nunca tivera esses desejos com minha namoradinha, sussurrei-lhe no ouvindo pedindo pra deixar, mas não adiantou, então comecei a estocar com mais força e, não sei se por causa das punhetas, fiquei naquilo um tempão, mudamos de posição mais duas vezes, quando ela ficou de costas pra mim e depois de quatro, que foi quando consegui gozar...
Conversamos bastante depois e ela me disse que já havia notado meus olhares e disse que ficava o tempo todo me seduzindo e que tinha muitas dúvidas se conseguiria trair o marido comigo, mas que conseguiu e que gostara...
À noite, depois da chegada do meu tio, eu já ouvia seu ronco do meu quarto, quando a porta abriu e minha tiazinha gostosa apareceu só de tanguinha, dessa vez azul clarinha, deitou-se ao meu lado, nos tratamos como namorados, dessa vez fui bem mais lento e pus a língua no seu cuzinho, ela só gemia...
Quando fomos trepar, depois de muito dizer que não a machucaria, finalmente conseguir enfiar na bucetinha dela com o dedo todo no seu cuzinho, quando, ela de quatro, eu tentei trocar de buraco, ela não deixou, me fiz de ofendido e, apesar de todo o tesão que a situação me dava, não recoloquei o pau em lugar nenhum e disse pra ela que eu era bem experiente em anal (Mentira!!! Nunca fizera!!!), que não a machucaria, que só achava que uma relação era completa se tivesse anal, mas mesmo assim ela não deixou...
Na sexta feira, eu iria no dia seguinte à minha casa e veria minha namorada, naquele dia a porta do quartinho se abriu de novo, refizemos quase todo o nosso ritual de trepadas, só que, dessa vez quando ela ficou de quatro, ela me entregou uma embalagem de óleo de bebê, direcionou meu pau pro cuzinho e só disse um:
- Vai devagar.. Se me machucar, tira...
Comecei a meter a língua naquele cuzinho, lambuzei meu pau com aquele óleo, encostei o pau na entrada, mas ela reclamou que doía...
Então mudou de posição, pôs um travesseiro embaixo da barriga, arrebitou bem a bundinha me convidando pra penetração, lambuzei o pau de novo e encostei na entradinha, meu pau estava duro como nunca, dei um empurrão e a cabeça entrou, fiz questão de dar uma olhadinha e empurrei mais, ela gemeu alguma coisa, perguntei se podia continuar e ela autorizou, então empurrei o resto, olhei de novo e tava com o pau inteiramente dentro do cu dela, só aquilo já me deu um tesão desgraçado.
Então comecei as enfiadinhas e tiradinhas curtas, depois mais profundas, até começar a bater com força a virilha na bunda dela, meu pau doía um pouco, mas o cu já tava mais receptivo, fiquei alternando esses movimentos uns vinte minutos, às vezes rápido, às vezes devagar, às vezes tirava quase tudo, às vezes colocava tudo, até que não me aguentei e quase gritando, e correndo o risco de acordar meu tio, gozei tudo o que podia dentro daquele cu....
Isso não me saiu da memória nunca mais, o ar de felicidade que a mulher, completamente suada, mostrava me deixou maravilhado...
Naquela madrugada mesmo, nem sei quantas vezes ainda comi o cu dela, só lembro que gozei mais uma vez no fundinho dele...
Algum tempo depois fiz anal com minha namorada, mas não conseguia deixar de pensar na minha tia, com quem eu fiz muito mais gostoso e muitas outras vezes mais.
Acho que acabei dando bandeira, pois sempre que terminava o expediente, eu já não ficava um minuto a mais sequer com o pessoal da fábrica e ia sempre, pelo menos, namorar com minha amada tia, como consequência disso, penso, meu tio uma vez chegou em casa mais cedo e me pegou encoxando a mulher dele, a reação dele foi reclamar, só que a mulher o levou para conversar reservadamente e, não sei o que ela fez, que meu tio não reclamou tanto mais, só me mandou de volta pra casa...
Não via mais a minha tia com frequência e consegui dar uma trepada com ela só mais uma vez, só que na minha casa mesmo.
Tempos atrás, descobri que minha tia andava dando pra toda a molecada da vizinhança, a pivetada de lá nem imagina o quanto tem que me agradecer!!!!
enviada por gostoso
05/03/2008 14:55
ATENÇÃO. CONTINUEM ENVIANDO SUAS FOTOS PRA SEREM POSTADAS AQUI>
ENVIEM PARA ronymathias@ibest.com.br
enviada por gostoso
05/03/2008 14:54
Tudo aconteceu em um dia quente de verão em Curitiba. Era sábado de manhã e após acordar fui até a cozinha e preparei um café para tomar e colocar o corpo para se mexer. Estava tomando meu café sossegadamente quando tive vontade de ir ver onde andava minha esposa. Saí porta afora para os fundos de minha casa e percebi que ela estava lavando alguma coisa no tanque que fica anexo a casa. Não dei muita atenção para aquilo. Porém comecei a reparar nas roupas que ela usava e aquilo me deixava excitado. Ela estava com um shortinho de algodão branco bem curtinho mostrando a polpa da bunda e uma camiseta regata sem sutiã. Olhar uma mulher nestas vestimentas deixa qualquer homem com tesão. Me aproximei e enquanto ela esfregava uns panos no tanque dei uma bela passada de mão naquela bunda maravilhosa. Ela respondeu com um sorriso maroto. Encostei o pau naquela bundinha deliciosa e dei um bela lambida na nuca. Percebi que ela tinha se arrepiado de tesão. Instintivamente comecei a passar a mão por cima da camiseta em seus peitos que logo ficaram com os biquinhos duros, demonstrando que o tesão aflorava.
Continuei a bar beijos e chupadas em sua nuca e notei que ela não conseguia mais realizar a limpeza da roupa. Comecei a passar a língua por dentro de sua orelha e ela se retorcia de tesão.
Num ímpeto de loucura fui abaixando o shortinho lentamente até os joelhos e comecei a esfregar meu pau na bundinha que receptivamente foi empinada para trás.
Segurei-a pela cintura e comecei a por meu pênis naquela xoxotinha que estava totalmente melada. Era gostoso sentir meu pau entrando lentamente naquela gruta inundada de prazer. Ela simplesmente fechava os olhos e gemia baixinho enquanto eu, com movimentos lentos, colocava e tirava o pau de sua bucetinha.
Percebi que ele sai melado de lá de dentro e cada vez mais eu colocava-o com força. A cada estocada que eu dava sentia que ela estava próximo de um orgasmo. Comecei a socar com força para dentro dela e podia ouvir ela falando baixinho coisas como: Põe mais! Me fode gostoso!. Logo percebi que ela estava tendo espasmos musculares, devia estar gozando. Suas pernas perderam as forças e tive que segurá-la para não cair ao chão.
A cena de ver uma mulher gozar é maravilhosa, saber que você proporcionou prazer a ela e sentir uma bucetinha quente é uma sensação maravilhosa.
Ainda se recompondo do seu estado meti o pau lá dentro de sua bucetinha e como ele estava melado retirei-o e comecei a esfregar em sua bundinha. Ela empinou mais ainda e fechou os olhos como que pedindo para que eu a enrabasse. Esfreguei bem aquele melado de meu pau no seu rabinho deixando ele bem lubrificado.
Comecei a introduzir ele bem lentamente e ela rebolava com lentidão permitindo a sua entrada . Quando percebi que estava mais ou menos no meio comecei a fazer movimentos de vai e vem ritmados que foram recebidos com gemidos de dor e prazer. A cada estocada que eu dava ela pedia mais e mais. Quando dei por mim estava com o pau inteiro dentro daquele cuzinho bombando violentamente até as bolas. Ela se retorcia e num movimento com as mãos me puxava de encontro ao corpo dela. Sentir sua bundinha quente encostando em minha virilha era uma sensação maravilhosa e a pressão do seu rabinho em meu pau me deixava louco. De repente senti que ela estava prestes a ter mais um orgasmo e comecei a ajudar passando o dedo em seu clitóris. O orgasmo veio violentamente e com um grito forte contraiu suas pernas e bunda me prendendo dentro dela.
Imediatamente com a pressão do esfíncter o meu orgasmo veio junto, deixando aquele cuzinho repleto de esperma. Quando retirei o pau de lá de dentro o esperma escorria de seu cuzinho para baixo.
Nos separamos e ela sorrindo foi tomar um banho . Percebi que lavar roupa no tanque também pode ser bem proveitoso para o casal.
enviada por gostoso
01/03/2008 14:22
Ola amigos leitores. aprecio muito a arte do sexo, estou sempre muito bem relacionado em minha cidade, um dos motivos pelo qual tenho que ser muito discreto em minhas experiencias.
O relato que vou narrar aconteceu ha 2 anos. Nessa epoca eu havia descoberto os chats de bate papo e entrava constantemente e conhecia muitas pessoas,as quais mantinha um contato virtual e as vezes chegavamos a um contato real. Em uma dessas entradas comecei a teclar c alguem com o nick "casal." Posteriormente passamos para o msn, e descobri que eu teclava com um marido de 46 anos que era casado com uma mulher de 32 e que ambos tinham a fantasia de ter mais alguem na cama com eles, so que ainda tinham muito receio e ainda nao tinham encontrado alguem que tranmitisse confianca a eles.
Com o passar do tempo fomos aprofundando nosso contato, sempre virtual, e ele cada vez mais se abrindo comigo sobre suas fantasias, agora sua mulher ja participava das nossas conversas, mas ainda muito timida. Eu sempre pedia foto deles, mas eles semprte pediam calma, ate que eles me propuseram abrir a webcam, topei e abri a minha primeiro. Como de costume,nao mostro o rosto, geralmente mostro o peito e o abdomem, que modestia aparte, e bem apresentavel, e logo eles abriram tambem, seguindo o mesmo ritual, nao mostrando o rosto. Era muito bela a vista, ela nao estava nua, e sim de roupas intimas, parecia uma bela mulher, com um corpo muito bonito, e eu insistia para que ela tirasse tudo mas ela nao quis.
Continuei falando diariamente com o marido,e a cada conversa ficava com mais tesao, principalmente pq ele me confidenciava cada vez mais coisas, e dizia que queriam uma pessoa que atendesse suas expectativas, pois como ele amava sua esposa e ultimamente andava trabalhando demais e nao estava atendendo-a sexualmente, e nao queria deixa-la insatisfeita, por isso queria alguem que pudesse fazer parte da vida deles.
Com muito custo, depois de mais de 2 meses de conversa, conseguimos marcar um encontro, marcamos num bar, quando cheguei eles ja estavam la, me sentei na mesa e comecamos a conversar, eu tentava puxar assunto de todas as formas p quebrar o gelo, pois notei um nervosismo muito grande, principalmente da parte dela que quase nao conversou a noite toda,e eu tentava nao secar ela com os olhos pra nao deixa-la ainda mais sem graca, pois alem de muito elegante ela era muito sensual. Quando nos despedimos e fomos embora, eu pensei, acho que nao vai dar certo, pelo menos foi o que eu senti, ja tinha ate imaginado que seria deletado do msn.
No outro dia quando entrei no msn, pra minha surpresa ele estava la, e logo puxou assunto comigo, dizendo que haviam gostado de mim e que haviam se sentido muito avontade, e que ela tinha gostado mais de mim pessoalmente do que pela web. Era o que eu precisava ouvir. Nao precisou nem de eu falar nada, ele se adiantou e perguntou se eu gostaria de sair no sabado, e eu prontamente disse que sim, e comecei aprofundar nas intimidades deles, perguntei o que eles gostariam e coisas do tipo, e ele me respondeu; "o que eu mais gostaria tem a ver com o que gostamos de vc, notamos pela web que vc nao e muito dotado, tem um pau mediano, e minha mulher sempre quis fazer anal mas nunca conseguiu, justamente pq tenho um pau muito grande e grosso." Eu nao acreditei no que estava ouvindo, pois ouve-se geralmente o contrario, casais querendo homens exageradamente dotados.
Chegando sabado, como haviamos marcado, nos encontramos num motel, dessa vez cheguei primeiro, ja tirei a roupa e me enrolei numa toalha, logo eles chegaram, e logo ele disse; "mas vc ja esta assim" e deu uma risadinha, e eu respondi; " acho que todos deveriamos ficar assim" e dei uma risadinha olhando p ela que sorriu tb. Ele logo disse; "vou pra banheira e vcs fiquem a vontade ai" nos sentamos na cama e conversamos e eu tentando cada vez mais deixa-la tranquila, perguntei se ela gostava de filmes e ela balancou a cabeca dizendo que sim, entao coloquei um porno. Logo eu estava acariciando-a com muito cuidado p nao assusta-la, e notei que tudo que eu fazia ela aceitava naturalmente, entao comecei a beija-la e chupar seu pescoco, e sentia sua respiracao ofegante e gemidos baixinhos, mas ainda muito timida, mas derrepente, como num passe de magica essa mulher se transformou e comecou a me apertar e me beijar loucamente, e por uns momentos acho q tanto eu qto ela esquecemos que seu marido estava la.
Apos despi-la por inteiro e beijar tdo seu corpo, fui ate aquela xaninha depiladinha e bem tratada, e comecei a chupa-la, eu fiquei impressionado, pois tinha que segura-la forte pela cintura, pois enquanto eu a chupava dava aimpressao que ela estava levando uns choques e dava uns pulos e gemia alto, e eu insistia na chupada, e cada vez ficava melhor pois ela ficava mais molhada e eu adoro sentir minha boca melada, e ela mexia muito e melava todo meu rosto, ate que depois de um bom tempo ela segurou minha cabeca com uma das maos e falava baixinho; "vai, vai, vai, fica ai ai, continua, nao sai dai, chupa gostoso vai vai" e aos gritos sinto ela tremer toda e inundar minha boca, apos isso ela ficou imovel, entao subi ate ela dei um longo beijo nela e me levantei e, enaquanto ela se recompunha, fui dar uma secada no meu corpo pois esquecemos de ligar o ar e eu estava molhado de suor, foi qdo vi que seu marido estava senatdo no sofa atras de nos e assistia tudo batendo uma punheta, e realmente seu pau era muito grande.
Quando voltei p cama ele estava com ela se beijando e ela punhetando ele, e qdo ele me viu de pau duro, saiu da posicao como se me desse lugar e eu ja me deitei beijando-a e passando a mao na sua xana toda melada, levando seu gozo ate a bundinha e, enquanto enfiava o dedo no seu cuzinho, falav em seu ouvido,; "Hoje eu quero te comer inteira, quero essa bundinha p mim" e cada vez que eu falava recebia um gemido mais alto e com mais intensidade dela. Derrepente, enquanto eu falava em seu ouvido, sinto uma maos pegando meu pau e colocando uma camisinha, e pra minha surpresa era seu marido que fazia o servico, e apos coloca-la, me disse; "come ela que quero ver"
Eu atendendo prontamente, so virei ela de brucos, dei uma chupadinha na sua xana, arrebitei sua bundinha e coloquei o pau inteiro de uma so vez, tarefa facil, pois ela estava inundada, e enquanto eu metia cada vez mais forte ela olhava para o marido que stava do lado punhetando e gemis, gritava acada estocada, logo ele nao aguentou e gozou e foi se limpar no banheiro e eu continue metendo, era muito tesao, aquela mulher era demais, gostosa, cheirosa, e tentava virar o rosto p tras p me ver o que me dava mais tsao.
Quando notei que estava chegando perto de gozar enao iria conseguir segurar, tirei o pau, deixei ela na mesma posicao e dei uma lambidinha na sua bundinha, acho que nessa hora ela ja sabia que iria ser penetrada e perderia sua virginidade do cuzinho. Esperei um pouquinho, esperando seu marido voltar p ver, fazendo carinho na sua xana e enfiando o dedinho no seu cu, e ela gemia baixinho e reboalava. Quando ele chegou, comecei o ritual, colcando a cabeca e tentando empurrar, mas apesar do tsao e de estar lubrificado, nao entrava, seu cuzinho era muito fechadinho, e ela olhava p tras e ficava c a mao em minha perna, como um mecanismo de defesa para q se doesse ela me empurraria. O marido estava de boca aberta de ver a cena e morrendo de tsao, e eu com todo carinho e paciencia tentava penetra-la, e a cada forcada, via ela virar p tras e me olhar com cara de dor, mas nao falava nada, e el foi ate ela e falava no ouvido dela com voz de tsao; "deixa ele comer sua bundinha bem gostoso" e ela so gemia. Ate que forcei mais e entrou a cabeca e ela deu um grito;"aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, para, para" e tentou sair,mas eu a segurei e fiquei quetinho p ela se acostumar e ela tentava m empurrar a perna: 'aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii" ate que ela se acalmou e eu comecei a bombar devagarinho so com ametade do pau dentro, e ela olhava p o marido e dizia; "ta doendo, ai, ai,ai" e ele dizia, morrendo de tsao; "calma meu bem, deixa ele comer dxa" ai ele ficou olhando a bunda dela de perto recebendo meu pau, e eu nao me aguentando mais de tsao queria enfiar tudo, e ela notando isso dizia a ele, quase chorando; :nao deixa ele enfiar mais nao,ai ai ai" ai ele, que ja estava la, colocou a mao entre meu pau e a bunda dela limitando minha entrada, e eu comia a bundinha delae ele segurava meu pau como se tivesse punhetando-o, nessa hra eu ja metia forte, e qdo ia gozar, perguntei a ele onde gostaria q eu gozasse e ele falou; "na boca dela" eu imediatamente tirei o pau, tirei a camisinha, a virei de costas, subi encima dela, ficando c minha bunda quase em seus seios e punhetei ate encher sua boca e seu rosto de porra.
Me levantei e fui me lavar, mas qdo olhei seu marido ja estava encima dela metendo e beijando-a sem se preocupar com o gozo que eu acabava de despejar em sua boca e rosto.
Fui p banheira e logo eles vieram me fazer companhia, mal conversavamos, pois estavamos exaustos, mas todos com uma cara muito boa de satisfacao. Depois demos mais uma, so eu e a esposa e fomos embora.
No outro dia de manha, fui surpreendido com um email deles, me agradecendo e dizendo que tinha sido a noite mais maravilhosa que eles tinham tido, que eu havia cumprido tudo que havia falado, com relacao a respeito, tranquilidade etc e que aquela noite tinha dado uma injecao de animo no casamento deles.
Depois disso saimos varias vezes durante meses, acabamos ficando amigos, ate que aconteceu uma tragedia, seu marido faleceu em um acidente, e ela voltou ao Rio Grande do Sul p morar com sua familia e acabamos perdendo contato.
enviada por gostoso
11/02/2008 18:10
A história que vou lhes contar aconteceu comigo nesse carnaval, Sempre viajo nessa época, pois não gosto muito de badalação. Mas esse ano foi diferente.
Meus tios resolveram viajar para casa de uns amigos então meu primo me chamou pra passar os dias de carnaval na casa dele, pois seu irmão havia viajado e ele não queria ficar sozinho. Lógico que eu adorei a idéia porque na casa dele mora a doméstica mais gostosa do mundo!!! Simony tem os seios grandes e durinhos, tem uma bucetinha super volumosa que me excita demais quando ela usa seu shortinho de lycra.
À muito tempo que eu já vinha tentando seduzí-la, mas nunca tinha resultado. Na segunda noite, eu já estava absolutamente louco de tesão e não aguentaria mais tempo sem comê-la. Enquanto tomava banho toquei uma deliciosa punheta pensando naquela buceta maravilhosa. Nessa mesma noite eu e meu primo fomos dar uma olhada na farra e acabamos ficando por lá, só voltando pela manhã. Como já eram 6:00 eu resolví que não iria mais dormir, ao contrário do meu primo que estava exausto. Como eu estava morrendo de fome fui procura Simony para que ela colocasse meu café. Chegando no quarto dela presenciei uma coisa maravilhosa... Simony tocando uma siririca tão profunda que nem sequer percebeu a minha presença. Mais ou menos uns 30 segundos depois bati meio sem jeito na porta e ela ficou, pra minha surpresa, bastante contente com minha presença... Me olhando de cima a baixo logo percebeu que meu pau estava duríssimo, então ela perguntou se eu gostei do que tinha visto. respondi que sim, mas aquilo, em minha opinião não era coisa pra se fazer sozinha... Nesse momento ela deu um sorrizinho maroto e disse: "você quer me ajudar então?"... meus amigos, eu quase gozo alí mesmo, naquela hora!!!! Como ela ainda estava com as pernas abertas, não resisti à lamber aquela xana que eu tanto desejava. Sua boceta era absolutamente enorme, o que me deixou mais excitado ainda, pois adoro mulheres com buceta grande. Escrevi o alfabeto todo com a lingua em sua boceta, fazendo-a gemer loucamente de tesão... Simony se contorcia e gemia à esmo, o que me deixava louco e preucupado ao mesmo tempo. Se meu primo acordasse não sei qual seria sua reação. Ela gemia cada vez mais altoe pedia que eu enfiasse toda a minha lingua naquela xaninha molhada... ela gozou na minha boca, me fazendo muito feliz...Invertemos as nossas posições, agora era ela que chupava meu pau feito uma louca. Introduzia meu cacete na boca como se fosse um pequeno pirulito. Logo que largou minha pica, Simony ficou de quatro e pediu que eu metesse com toda a força... Claro que não pensei duas vezes... enquanto entroduzia todo o meu mastro naquela boceta fogosa apertava aqueles seios durinhos. Os gemidos gostosos de Sil e o barulhinho das estocadas me deixaram em um grau de excitação fora do normal...não resistí e joguei todo o meu néctar naquele rabo empinado!!!!
Nossa, eu estava acabado, quando fui me levantar para sair ela não deixou.
"Ainda não acabei com você!". Então ela começou a chupar meu pau novamente e logo ele estava de volta a ativa. quando eu já estava quase em ponto de bala, Simony colocou meu cacete entre suas tetas e iniciou uma "espanhola" espetacular...o vai-e-vêm naquelas mamas enormes me fizeram delirar de prazer. Deitei na cama e sil ficou por cima. Cavalgava em mim como se estivesse encima de um cavalo selvagem... sua vagina pingava de tanto prazer, ela rebolava gostoso demais sobre o meu cacete, deitava sobre mim me dando condições de chupar seus seios gostosos. Ela gozou abundantemente pela segunda vez!!!!! Então Sil me pediu para que eu realizasse uma fantasia antiga dela... comê-la enquanto ela falava com seu namorado. A princípio concordei, mas depois me dei conta que o telefone ficava perto do quarto onde meu primo dormia, e já eram 8:40... mas eu estava com tesão demais para pensar nos riscos! Então descemos e nos dirigimos ao telefone.
estávamos muito suados e se meu primo nos visse, lógico que iria desconfiar, por isso antes dei uma passadinha no quarto para ver se ele ainda dormia. Quando fui pra sala ela já estava ligando pra ele e ao me ver se apoiou na banquinha do telefone e enpinou aquele rabo gostoso...Enquanto os dois conversavam eu brincava roçando a cabecinha do meu pau na grutinha dela. Sil revirava os olhos e e mordia os lábios feito uma vadia profissional. Foi muito gostoso comer a buceta dela enquanto ela jurava amor e fidelidade ao namorado. A buceta de Sil era super gostosa, dava pra sentir meu cacete latajando dentro dela...
O cheiro de sexo já tinha tomado toda a casa... gozei
novamente, só que dessa vez me segurando pra não fazer barulho. No outro dia ainda transamos mais, comí ela em todas as posições que vocês imaginarem encima da cama de meus tios... foi demais!!!! Até seu cuzinho gostoso ela deixou eu comer. Mas isso é uma outra história.
enviada por gostoso
Feed: Seja avisado quando este blog for atualizado :: (O que é isso?)
|